sábado, 28 de outubro de 2006

amantes regulares






Foram cerca de 180 minutos sempre a oscilar: entre a harmonia e o arrastar interminável de excessos cinematográficos.

Philippe Garrel, um dos cineastas franceses que nasce com o Maio de 68, filma o acontecimento e as suas repercussões sociais e morais.

A preto e branco, o realizador desconstrói um tempo onde tudo parecia espelhado entre a esfuziante possibilidade e a cruel impossibilidade.

Vi o filme, que foi estreado em 2006, numa das salas do King e gostei.

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