Foram cerca de 180 minutos sempre a oscilar: entre a harmonia e o arrastar interminável de excessos cinematográficos.
Philippe Garrel, um dos cineastas franceses que nasce com o Maio de 68, filma o acontecimento e as suas repercussões sociais e morais.
A preto e branco, o realizador desconstrói um tempo onde tudo parecia espelhado entre a esfuziante possibilidade e a cruel impossibilidade.
Vi o filme, que foi estreado em 2006, numa das salas do King e gostei.
Sem comentários:
Enviar um comentário