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domingo, 2 de novembro de 2025

Só haverá escola digital nos dias de vento norte


"Wi-fi das escolas fora do PRR, tal como milhares de vagas em lares, creches e no SNS. Governo revê PRR em baixa e deixa cair investimentos no SNS, no apoio social, na educação e nos transportes, reforçando nas empresas. Metro de Lisboa sai e o do Porto perde apoio para uma estação."


segunda-feira, 20 de outubro de 2025

O Orçamento do Estado português não pára de desinvestir na Educação. Mas isso não tem qualquer interesse. O que interessa é a burqa e o niqab.

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Enquanto o vestuário de 0,0000000001% das mulheres que residem em Portugal ocupa a bolha político-mediática e as redes sociais (parece que os demagogos chefiados por mais um da escola tutti-frutti não tiveram o resultado esperado nas recentes autárquicas e usam a burqa e o niqab - "símbolos do machismo, da humilhação da mulher e do extremismo religioso que adultera as origens" - para acicatar as hostes dominadas pelos algoritmos do ódio), o Orçamento do Estado português não pára de desinvestir na educação e atinge silenciosamente cerca de 1 milhão e 340 mil alunos, mais de 100 mil professores e milhares de outros profissionais.


Se no orçamento para 2024 a percentagem do PIB para a educação foi de 3% (8 mil milhões de euros), “o Orçamento do Estado para 2026 prevê um total de 7,7 mil milhões de euros”. Ou seja, abaixo dos 2,9% que muitos consideram ser o executado em 2025 (e como o PIB cresce, 7,7 mil milhões de euros será abaixo dessa percentagem). Para esta queda contribuiu o número de aposentações que se situa, anualmente e desde 2021, entre 3.500 e 4.000, valor que se manterá até 2030. Note-se, e sem grandes detalhes técnicos, que por cada 3 aposentações (10,2 mil euros brutos) entram 2 profissionais (3,4 mil euros brutos).


A percentagem do PIB investida em educação em Portugal variou naturalmente ao longo do tempo. Mas regista-se uma tendência de subida desde 1974, decorrente da notável democratização do ensino. Já agora, o valor médio para o período de 1973 a 2021 foi de 4,23% e o valor mais baixo foi atingido em 1973 (1,63%). Os dados indicam 2021 com o valor recente mais elevado: 4,78%. Nesse ano, o investimento médio na Europa foi de cerca de 4,81%. A Islândia (8,22%) e a Noruega (6,4%) obtiveram os valores mais altos e a Irlanda (3,5%) e o Mónaco (1,42%) os mais baixos. Portugal está a tudo fazer para ultrapassar o Mónaco.


Mas tudo isso não tem qualquer interesse. Como não tem qualquer interesse que caiam as aprendizagens, que faltem professores, que as crianças e os adolescentes naveguem na selva digital, que a avaliação dos professores e a gestão das escolas continue a engrenagem diabólica que tritura a dignidade das pessoas e que, associada ao inferno burocrático e à indisciplina nas salas de aula, origine a "fuga" dos professores novos e dos menos novos. O que interessa é a burqa e o niqab.

terça-feira, 14 de outubro de 2025

Porque falham ou prosperam as nações? A resposta valeu o Nobel de Economia 2024


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(Acemoglu, Johnson e Robinson, numa caricatura distribuída pela Real Academia das Ciências da Suécia). Talvez agora leiam os autores que mais vezes citei para descrever a falta estrutural de professores. "Porque falham ou prosperam as nações? A resposta valeu o Nobel de Economia 2024"


Na primeira citação em Porque Falham as Nações com Turmas Numerosas e no Público em "Porque falham as nações com turmas numerosas", o texto começa assim: "O ensaio Porque falham as nações, de Daron Acemoglu e James Robinson, conclui sobre a história universal dos últimos três milénios: as nações não falham por causa da geografia, da cultura ou da ignorância, mas pela incapacidade em transformar políticas, instituições e empresas extractivas (que acumulam a riqueza em "elites" e oligarquias) em inclusivas (que distribuem a riqueza e diminuem as desigualdades). E sublinha que só a consolidação do modelo inclusivo durante décadas é que se repercute positivamente no crescimento económico, nas empresas, na cultura e na escolarização.(...)"

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

É uma festa para os accionistas!


"Banca portuguesa é das que têm menos incentivos para subir juros nos depósitos. Grandes bancos nacionais são dos menos capazes em converter os depósitos dos clientes em empréstimos à economia. Mas são dos que têm maior resistência à fuga das apliçações."


segunda-feira, 14 de julho de 2025

Qual dos segmentos de recta na imagem é maior?

 


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Qual dos segmentos de recta na imagem é maior? Responda antes de ler a resposta no próximo parágrafo.


À primeira vista, parecem diferentes por causa do sentido das setas. Mas são do mesmo tamanho. São semelhantes. A impressão do seu tamanho relativo é dominada por uma poderosa ilusão no primeiro olhar (Daniel Kahneman (2011) em "Pensar, Depressa e Devagar"; a imagem, que já  usei noutras publicações, está na página 39).


De facto, e num tempo com tanta manipulação da informação, as percepções que conduzem ao voto e a outros juízos exigiriam que se pensasse devagar. E depois há a desinformação e a obsessão. Haverá quem ache que o segmento de recta de baixo é maior. É maior e ponto final.


E se qualquer manipulação de dados não sobrevive ao pensamento vagaroso que a desmonte, é, contudo, natural que consiga resultados. E, como diz a história, a soma desse tipo de resultados é demasiadas vezes desastrosa.


Repare-se em dois exemplos de manipulação de dados:


1. A que se destina a dividir para reinar na carreira dos professores. Ciclicamente, a desinformação põe quem lecciona no pré-escolar e no primeiro ciclo contra quem o faz nos outros ciclos. Usa factos falsos sobre a história da redução da componente lectiva, da invenção da componente não lectiva ou da idade para a reforma, e a inveja social cria condições para que se legisle prejudicando todos;


2. A que se destina a discriminar contando com o efeito de banalização do mal que demasiadas vezes atinge crianças. Deixa marcas para a vida, mesmo que depois se desmonte factos e narrativas.

terça-feira, 24 de junho de 2025

No país e no mundo

 


 


 


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A definição para os dois sistemas que parecem regular a nossa mente, pode resumir-se como "imediato ou depressa" para o sistema 1 e "elaborado ou devagar" para o sistema 2. É evidente que a formulação não é assim tão linear, mas podemos começar por analisar o problema da página 38, na imagem, da obra de Daniel Kahneman (2011), "Pensar, Depressa e Devagar", que se aplica a muitas situações da nossa vida e ao que se está a passar no país e no mundo.

segunda-feira, 26 de maio de 2025

Veremos como será com um próximo Governo


"Portugal é um dos países onde Bruxelas vê maior desvio na despesa líquida.


Comissão Europeia prevê uma variação da despesa primária líquida em Portugal maior do que aquela com que o país se comprometeu. A diferença é a terceira maior na zona euro."


terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

A grande sombra é sempre a mesma

 


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O crescimento económico nunca é a "maré enchente que subirá todos os barcos". A riqueza acumulada numa minoria não é taxada, nem redistribuída, e acentua as desigualdades. Os governos não têm força para contrariar a grande sombra; e ainda há, e cada vez mais, os que a promovem. A história da distribuição da riqueza é política. Não se reduz a mecanismos puramente económicos. Lê-se em dois clássicos: "Riqueza das Nações" de Adam Smith e "O capital no século XXI" de Thomas Piketti. A economia não é independente da filosofia moral e política e tem na actualidade uma agravante: "Quanto mais os mercados invadem esferas não económicas da vida, mais se vêem enredados em questões morais.(...)".


A história recente inscreve o triunfo do liberalismo de Milton Friedman (fora de Keynes, Adam Smith ou Stuart Mill), que derivou para um neoliberalismo branqueador de poderes não eleitos e que não prestam contas. A desregulação dos impostos (década de 90 do século XX), inspirada na visão optimista de que os grandes financeiros exerciam melhor a responsabilidade social do que os estados, "deslegitimou-se". O capital em offshores não tem fim e só a crise de 2008 - e os processos "leaks" -, fez tremer a predação. O que resta aos governos? Taxar, com impostos directos e indirectos, e gerar uma imprevisível revolta. As classes médias fartam-se de pagar a dívida e os juros que "controlam" os orçamentos dos estados.


O norte-americano Joseph Stiglitz, Nobel da economia (2001), foi taxativo em 2009: há uma luta de classes derivada da corrupção ao estilo da pátria do neoliberalismo (a sua). Se a conjugarmos com o sistemático "varrer para debaixo do tapete das pequenas e das grandes corrupções", temos a explicação para a perigosa crise das democracias ocidentais, com os efeitos eleitorais devastadores a que estamos a assitir. A chegada ao poder de "loucos" com a receita da grande sombra camuflada tem efeitos imprevisíveis.

segunda-feira, 14 de outubro de 2024

Porque falham ou prosperam as nações? A resposta valeu o Nobel de Economia 2024

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(Acemoglu, Johnson e Robinson, numa caricatura distribuída pela Real Academia das Ciências da Suécia). Talvez agora leiam os autores que mais vezes citei para descrever a falta estrutural de professores. "Porque falham ou prosperam as nações? A resposta valeu o Nobel de Economia 2024"


Na primeira citação em Porque Falham as Nações com Turmas Numerosas e no Público em "Porque falham as nações com turmas numerosas", o texto começa assim: "O ensaio Porque falham as nações, de Daron Acemoglu e James Robinson, conclui sobre a história universal dos últimos três milénios: as nações não falham por causa da geografia, da cultura ou da ignorância, mas pela incapacidade em transformar políticas, instituições e empresas extractivas (que acumulam a riqueza em "elites" e oligarquias) em inclusivas (que distribuem a riqueza e diminuem as desigualdades). E sublinha que só a consolidação do modelo inclusivo durante décadas é que se repercute positivamente no crescimento económico, nas empresas, na cultura e na escolarização.(...)"

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Como esvaziar os Ku Klux Klan´s desta vida (2)

Steven Levitt é muito considerado no âmbito das ciências económicas norte-americanas. O seu livro Freakonomics (2006) faz perguntas pouco“académicas e obtém resultados surpreendentes. Achei muito interessante a história que motivou o descrédito da organização Ku Klux Klan.


Stetson Kennedy, um lutador pelos direitos cívicos, infiltrou-se, a meio da década de 1940, no Ku Klux Klan para o estudar. Nessa época, "todas" as crianças viam na televisão, antes do jantar, o Super-homem a combater Hitler e Mussolini. Stetson Kennedy convenceu os responsáveis pelo programa a centrar o combate no Ku Klux Klan. E como tinha atingido a assembleia suprema da organização, passou aos programadores a terminologia da sociedade secreta incluindo as senhas e as contra-senhas. Foi a desmobilização acelerada. Imagina-se o efeito sobre os membros da organização que chegavam a casa e viam as crianças a brincar aos polícias e ladrões com a utilização da verdadeira nomenclatura dos Klan. E para além do óbvio, recorde-se que eram organizações masculinas em que os membros aproveitavam as reuniões para passarem umas noites fora de casa.


Steven Levitt agarra nesta história a propósito dos efeitos da sociedade da informação na economia. Tem outras histórias curiosas e bem fundamentadas. Até se imagina a necessidade de receitas semelhantes para a desintoxicação das sociedades actuais.


Publiquei este post pela primeira vez em 5 de Outubro de 2006.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Heurística em 3d (2)

A heurística, como arte de inventar ou descobrir, pode também manifestar-se em desenhos a três dimensões ou em gráficos com linhas ou barras.


A figura que se vê a seguir, e o problema colocado, recorda-me as manipulações de vária ordem dos ideólogos do Estado mínimo. O seu discurso anti-professor, e anti-funcionário público em geral, não sofre oscilações, por mais que se comprovem as inverdades nos números ou nos factos. Foi o caso recente do relatório FMI ou das epifanias do primeiro-ministro e de quem o influencia ou guia directamente.



Daniel Kahneman (2011:137), "Pensar, Depressa e Devagar".


Temas e Debates. Círculo de Leitores. Lisboa.


É mesmo assim. Nem com régua os defensores do Estado mínimo lá vão. A despesa com professores será sempre exagerada e nunca se comoverão com a brutalidade dos cortes já efectuados. Mesmo os que dizem que na Educação já se chegou ao limite mínimo, omitirão essa fatalidade e repetirão o chavão da atracção dos "melhores".


Outra forma heurística muito em voga é a demonstração por gráficos. A escolha das escalas, mais ainda no eixo do y, digamos assim, provoca um efeito parecido ao demonstrado por Daniel Kahneman.


Vejamos dois gráficos com os mesmos números de alunos matriculados no 1º anos de escolaridade. A diferença está na escala usada no eixo do y e o resultado permite as mais variadas leituras. Repare-se que quem fez o primeiro gráfico é um blogger comprovadamente comprometido com a causa da escola pública.


 


Este gráfico foi inserido neste post.


 


Este gráfico é de um leitor do blogue a quem agradeço a colaboração.


1ª publicação deste post em 19 de Maio de 2013. 

segunda-feira, 10 de julho de 2023

quinta-feira, 1 de junho de 2023

"devemos remover” imposto aos lucros excessivos"

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Costa Silva diz que "“devemos remover” o imposto aos lucros excessivos para “não penalizar” empresas e espero fechar 2023 com crescimento económico acima dos 3%.(...)O turismo é um sector forte. Em 2022 as receitas chegaram a 21,1 mil milhões de euros, 15,4% acima de 2019.Claro que é antigo o "é a economia, estúpido!", mas também se recorda que o mentor Bill Clinton foi fortemente criticado pelo seu assessor Joseph Stiglitz (Nobel da economia em 2001 e que não se cansou de antecipar a crise de 2008) pela trágica desregulação dos mercados.


Também a propósito deste tema e do PRR, a Ministra da Presidência disse (mais ou menos assim) na semana passada: "mais do que a contestação social, o Governo tem que olhar para o interesse do país." Conclui-se que é um país sem pessoas ou que as pessoas, à excepção dos turistas, não são prioritárias. Como quem mais protesta são os professores, seria bom que se levasse a sério os seus protestos. A escola pública é um imperativo democrático em irrefutável queda e ainda não é certa a substituição de professores por máquinas.

sábado, 13 de maio de 2023

A Economia


Nota: "(...)O fármaco da dura austeridade, como observaram vários economistas, em vez de curar o doente, enfraquece-o de modo ainda mais implacável. Sem se interrogarem sobre os motivos que levaram as empresas e os Estados a endividarem-se - estranhamente, o rigor não faz mossa à corrupção que prolifera e aos chorudos ordenados de ex-políticos, administradores, banqueiros e conselheiros! -, os múltiplos orquestrares desta deriva recessiva não estão nada perturbados com o facto de serem sobretudo a classe média e os mais cadenciados a pagar(...). Não significa que se fuja estupidamente à responsabilidade da situação. Mas também não é possível ignorar a destruição sistemática de qualquer forma de compreensão e de solidariedade, pois os bancos e os credores exigem sem piedade, como Shylosk em O Mercador de Veneza, o arratável de carne viva a quem não consegue regularizar a dívida.(...)".


 


Nuccio Ordine (2013:07),


"A utilidade do inútil",


Faktoria de Livros.


quarta-feira, 15 de março de 2023

Como acabar com os Ku Klux Klan´s desta vida

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O inovador Steven Levitt é muito considerado, e há muito, no âmbito das ciências económicas norte-americanas. O seu livro Freakonomics (2006) faz perguntas pouco“académicas e obtém resultados surpreendentes. 


Achei interessante a história sobre o que motivou o descrédito da organização Ku Klux Klan. Stetson Kennedy, um lutador pelos direitos cívicos, infiltrou-se, a meio da década de 1940, no dito movimento para o estudar.


Pois bem. Numa época em que "todas" as crianças viam na televisão, antes do jantar, o Super-homem a combater Hitler e Mussolini, Stetson Kennedy convenceu os responsáveis pelo programa televisivo a centrar o combate no Ku Klux Klan. Como Stetson Kennedy já tinha atingido a assembleia suprema da organização, passou aos programadores toda a terminologia da sociedade secreta incluindo as senhas e as contra senhas. Foi um delírio. Imagina-se o efeito sobre os membros da organização que chegavam a casa e viam as crianças a brincar aos polícias e ladrões com a utilização da verdadeira nomenclatura dos Klan. Foi a desmobilização acelerada.


Steven Levitt agarra nesta história a propósito dos efeitos da sociedade da informação na economia. Tem outras histórias curiosas e bem fundamentadas. Até se imagina a necessidade de receitas semelhantes para a desintoxicação das sociedades actuais.

sábado, 7 de janeiro de 2023

Freakonomics (dezasseis anos depois)


Faz cerca de dezasseis anos que


publiquei este post.


 


Steven Levitt é considerado uma mente brilhante, objectiva e inovadora no âmbito das ciências económicas norte-americanas.


O seu livro “Freakonomics” está na berra. Li-o em duas tardes e gostei. Steven Levitt faz perguntas pouco“ académicas” e obtém resultados surpreendentes. A ideia de que a legalização do aborto contribuiu para a acentuada descida da criminalidade na sociedade norte-americana, deve ter deixado muita gente perplexa.


Achei interessante a história sobre o que motivou o descrédito da organização Ku Klux Klan. Stetson Kennedy, um lutador pelos direitos cívicos, infiltrou-se, a meio da década de 40 do século passado, no dito movimento para o estudar.


A sua primeira impressão foi curiosa: "“o Klan era uma organização com uma lamentável fraternidade entre homens, a maioria deles pouco instruídos e com perspectivas limitadas de vida, que sentiam a necessidade de um lugar onde se pudessem exprimir e afirmar - e de uma desculpa para não dormir em casa algumas noites -". 


Numa época, em que "todas" as crianças viam na televisão, antes do jantar, o Super-homem a combater Hitler e Mussolini, Stetson Kennedy convenceu os responsáveis pelo programa televisivo a centrar o combate no Ku Klux Klan.


Como Stetson Kennedy já tinha atingido a assembleia suprema da organização, passou aos programadores toda a terminologia da sociedade secreta incluindo as senhas e as contra senhas.


Um delírio. Já imaginaram o que era o avô chegar a casa e ver os netos a brincar aos polícias e ladrões com a utilização da verdadeira nomenclatura dos Klan? Foi a desmobilização rápida e acelerada. Só lendo. Steven Levitt agarra nesta história a propósito dos efeitos da sociedade da informação na economia. Tem outras histórias curiosas e bem fundamentadas.