domingo, 11 de fevereiro de 2007

venceu o sim




Venceu o sim: já era tempo; tarde, mas sempre a tempo.

Portugal tenta não descolar: o tempo, sempre o tempo, o dirá.

Sejamos optimistas. Legisle-se a favor da despenalização: parece-me inequívoco. Era o que se perguntava e nada mais do que isso.

Chega de tanta metástase argumentativa, ou seja, de inúmeras figuras de retórica, pelas quais, os oradores declinam de si para outrem a responsabilidade do que alegam.

Chega.

1 comentário:

  1. Como já disse algures, sou fundamentalista no debate destas questões. Não considero o debate em si canceroso, embora existam argumentos metastáticos. Questões como "o feto é um ser humano?", "quando podemos dizer que existe um ser humano?", "pertence ao corpo da mulher ou é autónomo?", o "feto de 10 semanas sofre?", "tem sentimentos? tem alma?" são fundamentais para decidir pelo sim ou pelo não.

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