Aprendi, a ler Karl Popper, que só o que é refutável é que é verdadeiro. O filósofo austríaco tem uma outra frase que nunca esqueço: "não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos".
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O pensamento de Popper é daquele que se anula a si mesmo. Diz que a verdade tem que ser refutável experimentalmente, portanto mentirosa, para poder ser verdadeira. Popper não fala de um tipo de verdade pela qual se vive e se morre. Fala de uma verdade científica, cirunstancial, do campo das probabilidades. É um pensamento impotente, próprio daqueles que não conseguem arriscar e ousar um milímetro sem ter tudo planeado e testado. É por isso que é perfeitamente plausível que alguém prefira matar ou ser morto, do que ser convencido a pensar desta pobre maneira. Como dizia Nietzsche, quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.
ResponderEliminarJá agora, as minhas felicitações ao autor deste blog, planeio ser assíduo aqui.
Obrigado por gostar e por passar por aqui. Irei ao seu blog. Os últimos tempos têm sido difíceis por aqui: a perda de uma grande amiga. Um abraço
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