Vivemos um período de acentuada contestação na área da educação. Tenho escrito muito sobre isso e poderia redigir muito mais. Estou, ainda, convencido da situação de crise social que se vive no país. A irritação com as políticas em curso sobe de tom. E argumentar com o imperativo das reformas parece-me pouco conhecedor. No caso da educação, esse estafado raciocínio revela um profundo desconhecimento do que se passa. Quem contesta, e na maioria dos casos, fá-lo porque desespera por verdadeiras mudanças no caminho da simplicidade e da modernidade.
Se o meu caro leitor estiver para isso, clique aqui e encontrará um resumo de tudo o que, sobre o assunto, tenho publicado no meu blogue.
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Nem quero advogar um estatuto de adivinho: o que me move, é a confiança, para alguns demasiado temerária, em considerar-me uma pessoa dedicada aos assuntos da educação.
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