sábado, 18 de outubro de 2008

amos oz



 








"Contra o fanatismo"
é belíssimo. Este pequeno livro de Amos Oz é arrebatador: afinal existe sanidade mental no meio do grave conflito israelo-palestiniano. Este escritor é natural de Jerusalém e apresenta uma iniciação racional para ajudar a resolver o problema. É fascinante o modo como Amos Oz penetra nos alicerces das manifestações fanáticas e radicais. Recomendo: é uma leitura obrigatória, se me permite, meu caro leitor: tem um alcance e uma lição de vida que deve ser útil para cada um de nós.



"A essência do fanatismo reside no desejo de obrigar os outros a mudar... O fanático é uma das mais generosas criaturas. O fanático é um grande altruísta".








(reedição em homenagem ao trágico momento que se vive em Gaza,

estranhamente, ou talvez não, silenciado.)


6 comentários:

  1. Eu li esse livro! É um livrinho pequenino não é? Eu gostei. Achei que a principal contribuição dele é a proposta que ele dá para combater o fanatismo: o sentido de humor!

    Um abraço

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  2. Isso mesmo: um livro pequeno e que demonstra com clareza e até com muito humor como os mais agressivos do homens são, na maioria das vezes, os mais assustados dos homens. Abraço e obrigado.

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  3. Nãi li o livro, mas vai para a (interminável ) lista dos "a ler".
    Por algum motivo esta sua resposta me desenhou a figura do Mário Nogueira...

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  4. Leia Maria, a sério,. Tenho-o por aqui. Se me conhece, terei todo gosto em emprestar. É um livro pequeno :)

    O desenho da minha resposta é mesmo e só imaginação sua. Não sei nada da figura da pessoa que refere.

    Obrigado e cumprimentos.

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  5. Peço desculpa, não queria de modo algum implicar algum propósito associativo nas suas palavras; apenas as palavras "os mais agressivos do homens são, na maioria das vezes, os mais assustados dos homens" me fizeram lembrar (a nossa mente prega-nos cada partida...!) o Mário Nogueira.

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