O correntes nasceu azul. Foi no dia em que o 25 de Abril de 1974 fez 30 anos.
A certa altura, em 13 de Agosto de 2006, passou a verde. Senti que as águas do sistema escolar começavam a turvar e a padecer perigosamente de um fenómeno que se revelaria monstruoso. Importava acentuar a esperança e iniciar uma caminhada que ajudasse a recuperar uma matriz centrada na liberdade de ensinar.
As minhas intuições indicam-me o início de uma nova época e o correntes volta ao azul. Não que tenha terminado o período negro que se tem vivido, longe disso, apenas intuo um acentuar da consciência de profissionalidade dos professores e, com isso, a sociedade portuguesa percebeu que tem de os ouvir: e isso é o que mais conta, nesta nova fase. A luta, essa, é infinita.
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