sábado, 7 de fevereiro de 2009

uma analítica do momento

 



 


(não é a primeira vez que utilizo esta bela


e elucidativa imagem, mas não


encontro a sua referência)


 


 


 


 


Tentando perceber através dos elementos um todo real ou fictício, sublinho duas partes que me parecem fundamentais:


 


o importante contributo financeiro que permitiu solicitar um parecer jurídico ao advogado Garcia Pereira deve continuar a sua marcha: é real e nada fictício, digamos assim; dá ideia que o conhecido advogado não vai ter de processar o Paulo Guinote por incumprimento financeiro mas ainda não se sabe os custos em euros que se exigirão para o desenvolvimento do processo (sim, porque podemos estar seguros que a intenção não foi pedir mais um parecer para assustar quem quer que seja mas para o levar até às últimas consequências);


 


 


os interessados em colaborar no pagamento do referido parecer e dos naturais e possíveis desenvolvimentos, eu já o fiz, podem fazer uma transferência bancária de 10 euros através das referências que encontra aqui.


 


Ou aqui:


 


NIB:0018.0003.20167359020.29





IBAN: PT50.0018.0003.20167359020.29


 


a segunda parte desta minha analítica do momento (ainda real mas quiçá já um pouco fictícia) prende-se com a plataforma sindical e pode relacionar-se com a continuidade do contributo financeiro; percebemos nos últimos dias que alguns órgãos de comunicação social baralharam-se um bocadito e atribuíram à Fenporf a iniciativa do pedido de parecer ao advogado Garcia Pereira (já se sabe, estes órgãos de comunicação social baralham-se muito, coitados); mas também sabemos que a pequena confusão ainda não foi desmentida pela Fenprof: e está bem assim, parece-me; como a Fenprof nem sempre pugna pelo lema "agarrem-me senão eu mato-os, mas agarrem-me mesmo, por favor", espera-se que peça para usar o famigerado parecer e assim preste um serviço aos professores e os liberte de mais e mais financiamentos; claro que, e se tal não acontecer, o parecer chegará a bom porto, mas depois não se queixem que a democracia está a ficar muito "descontrolada".


 


 


 

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