quarta-feira, 6 de maio de 2009

testamentos políticos

 


 


(encontrei esta imagem aqui)


 


 


Apenas para que conste, publica-se um testamento do primeiro candidato da lista às eleições europeias por parte do partido que suporta o actual governo (chegou-me por email e tem todas as referências necessárias).


 


 


As únicas lutas sociais dignas desse nome são as da “aristocracia operária” <http://aba-da-causa.blogspot.com/2007/01/aristocracia-operria.html> 



A ministra da Educação deve trabalhar para isolar os sectores radicais e conquistar pelo menos a compreensão dos sectores mais moderados.  <http://aba-da-causa.blogspot.com/2008/03/os-professores.html> 



O Governo só tem uma via a seguir, se não a quiser perder — tornar claro que não cede, aguentar firme e ganhar a população a seu favor contra a tentativa de boicote corporativo, invocando o interesse geral (e sobretudo o interesse da escola e dos alunos) contra os interesse sectoriais e profissionais.” <http://causa-nossa.blogspot.com/2008/11/activo-poltico.html> 



Os funcionários públicos gozavam de muitos privilégios face aos trabalhadores do sector privado, desde uma maior segurança no emprego até um sistema de aposentação e de pensões muito mais favorável <http://aba-da-causa.blogspot.com/2008/03/luta-de-classes-no-sector-pblico.html> 



As greves da Fenprof são assim como as manifestações da CAP: criam uma irrestível predisposição para apoiar as políticas contra as quais eles protestam! <http://causa-nossa.blogspot.com/2006/06/paralelo.html> 



Mas o líder da Fenprof não poderia ter sido mais enfático na afirmação de que os professores não querem nenhuma avaliação que tenha repercussão na progressão profissional <http://causa-nossa.blogspot.com/2008/11/questo-no-o-modelo.html> 



Quem pode ter acreditado que era possível um compromisso com a Fenprof quanto à avaliação, quando é evidente que os sindicatos não querem nenhuma avaliação que sirva para efeitos da progressão na carreira e na remuneração dos professores e que estão apostados em todas as manobras dilatórias para adiar indefinidamente a avaliação? <http://causa-nossa.blogspot.com/2008/03/iluses-1.html> 


 


 

8 comentários:

  1. E era esta coisinha que esperava uma ovação na manifestação do 1º de Maio.
    Só de ovos, mesmo.


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  2. E era esta coisinha que esperava uma ovação na manifestação do 1º de Maio.
    Só de ovos, mesmo.


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  3. E era esta coisinha que esperava uma ovação na manifestação do 1º de Maio.
    Só de ovos, mesmo.

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  4. Não se diz ovação, pois ele não queria que lhe atirassem ovos! Se calhar, querias dizer que ele esperava uma ovulação da tal senhora, a Aristocracia Operária.

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  5. Pois. Mas a ovulação é mensal e só durante alguns dias.

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