O filósofo José Gil, numa entrevista ao jornal Público, faz um retrato do estado da Educação que deve ser lido com com toda a atenção. Aqui.
O filósofo José Gil, numa entrevista ao jornal Público, faz um retrato do estado da Educação que deve ser lido com com toda a atenção. Aqui.
ResponderEliminarOs piores cegos são sempre os que não querem ver. Não é o caso do professor José Gil que, como é habitual nele, faz aqui uma análise lúcida e clara.
Parabéns pela divulgação.
A crítica do José Gil excede este governo, abrange todo o universo ideológico subjacente às ciências da educação. Para seja o que for, eles acham que há uma maneira científica de o fazer. O resultado é uma infernal taylorização da tarefa. É disso que se trata no meu post sobre a correcção das provas de aferição. É também o que está em jogo na multiplicação de parâmetros na avaliação dos professores.
ResponderEliminarA técnica substitui os aspectos relacionais.
É urgente analisar criticamente o pretenso discurso científico desta gente.
Obrigado JJ.
ResponderEliminarÉ mesmo isso: só não vê quem não quer e já tiveram tempo suficiente para isso.
Se acordarem, o que eu duvido muito, será tarde. Há coisas que não tem perdão.
Absolutamente de acordo Luís. Afinal é apenas aquilo que há muito nos move nesta longa luta.
ResponderEliminar"A técnica substitui os aspectos relacionais.
É urgente analisar criticamente o pretenso discurso científico desta gente."