
(encontrei esta imagem aqui)
Concordo com a entrada que o Ramiro Maques insere no seu blogue, aqui. Também nunca meti quem quer que seja em tribunal e espero nunca o fazer até ao final dos meus dias. Tenho alguma experiência de tribunais como testemunha, como relato aqui ou aqui. Foi sempre em consequência da minha participação cívica e por solicitação de pessoas em que a minha consciência exigia uma anuência muito solidária; por muito tempo perdido que se adivinhasse. Em alguns casos tem sido, e é, uma saga quase interminável.
Mas devemos acreditar no estado de direito. O exemplo mais recente que conhecemos no que à luta contra o modelo de gestão diz respeito, contraria as piores expectativas no que à morosidade da justiça diz respeito.
A luta dos professores desenvolve-se em três frentes: técnica, política e jurídica. Uma vezes ganha-se outras não. Importa é não desistir, acreditar que a força da razão vence quase sempre e apoiar com convicção todas as formas de luta que nos parecem não obedecer a qualquer agenda mais escondida. Merecemos isso.
Viva Helena.
ResponderEliminarO problema tem sido outro; fiz o registo há muito tempo; faço sempre tudo com a mesma password; há uns tempos o google deixou de aceitar aquela e exigia-me outra mais "forte"; mas não desisti; volta e meia tentava voltar à password do costume; como aquela coisa concorre com o actual ME em má burocracia, tive mesmo de acrescentar dois algarismos à password antiga; enquanto não me esquecer vai dando
Já lá vou á tua proposta e desde já obrigado pela oferta.
Abraço.
Já lá fui.
ResponderEliminarbelas.
obrigado.
Já linkei o post sobre Estratégias e Tácticas.
ResponderEliminarObrigado.
ResponderEliminarAbraço.
Não posso estar, com franqueza, em maior desacordo com o texto do Ramiro Marques. Sobretudo quando ditadas pela sentença do STA, que, por ser tão solícita, ao menos teve a ventura de "arrumar" com boa parte da argumentação utilizada, por outros comentadores, que acusam a justiça de morosidade.
ResponderEliminarConcordo com o que escreves Rui. Temos de acreditar no estado de direito, que raio não pode ser só quando as decisões nos agradam.
ResponderEliminarOnde se lê "ditadas" leia-se "ditado". E onde se perceba que eu acredito que a justiça em Portugal é célere e justa, corrija-se isso tudo com senso comum, esse grande detergente.
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