segunda-feira, 31 de agosto de 2009

nada a fazer

 



Foi daqui.


 



“Paz com professores vai sair muito cara ao país”


 



"Maria de Lurdes Rodrigues diz que a oposição erra ao tentar “comprar a paz com os professores”.


Durante toda a entrevista, Maria de Lurdes Rodrigues manteve a determinação que lhe é reconhecida e que os opositores, nomeadamente os sindicatos, caracterizam de teimosia. A ministra da Educação fez o balanço do mandato e respondeu aos críticos dentro do PS. Quanto às promessas da oposição, avisa: "Estão a comprar a paz com os professores por um preço que o país não pode pagar".(...)" 


A ainda ministra da Educação não tem emenda. Quando refere a questão económica deve estar a aludir ao facto de durante o seu mandato não ter existido qualquer progressão na carreira por parte dos professores e se ter reduzido cerca de 20 mil professores nos dois primeiros anos de mandato. Não esqueçamos o seguinte: quando esta senhora iniciou funções, o clima político no país era propício a todas as ideias de contenção financeira. Tinha sido muito fácil explicar aos professores essa realidade, embora a hecatombe financeira que se veio a verificar tivesse colocado em causa uma série de "verdades" económicas e financeiras. O problema foi outro e tem duas ou três classificações óbvias: incompetência, teimosia e perseguição aos professores. Deu no que deu a não há volta a dar.

2 comentários:


  1. Recordo sempre a forma pouco inteligente de se tentar convencer a opinião pública das medidas deste ministério justificando com a falta de trabalho dos "funcionários públicos" em geral e dos professores em particular.
    Tudo se resumia à imensa dívida pública portuguesa e à falta de dinheiro para suportar as despesas do serviço público. Era esse o caminho, demonstrar essas dificuldades, mas isso pressupunha assumi-las e o PS não quis. Melhor dizendo, o Sr. PM não quis.
    As prioridades para gastar o OE foram outras, discutíveis, mas era legítimo que fossem outras. O que não é legítimo é enganar, mentir e ludibriar: sinónimos de muitos discursos políticos.


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  2. Concordo com o teu diagnóstico. Tropeçamos com tanta incoerência que nem sei onde isto vai parar.

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