(encontrei esta imagem aqui)
Sempre defendi - e mesmo que não o tivesse feito (mas fi-lo e tenho várias testemunhas disso), defendia-o a partir de agora - que a escolha para o exercício de cargos nas escolas deve ser feito por voto secreto e com uma limitação ao número de mandatos consecutivos. Também me bati sempre contra a ideia da rotatividade sem eleição por voto secreto.
Os cargos devem ser exercidos por pessoas eleitas por voto secreto e com limitação de mandatos e ponto final, repito.
O que nos traz o modelo de gestão escolar do partido socialista para a selecção de lideranças intermédias - já que para a escolha do director a coisa já tem a desconstrução que chegue - é a ideia de que uma pessoa conhece melhor a qualificação de duas a três dezenas de potenciais líderes do que o voto de duas a três centenas de eleitores. É realmente espantoso.
A experiência diz-me: a oportunidade do exercício da prepotência espreita a cada esquina e deve ser combatida com o seguinte princípio: a partilha de responsabilidades pode dar uma ideia inicial de fragilidade da liderança, mas a prazo, e no caso da liderança ser esforçada, competente e de algum modo exemplar, terá uma força incalculável e reforçará todas as lideranças num processo em cascata, digamos assim.
Não tenho grandes duvidas sobre o que vou afirmar a seguir: mesmo no modelo de gestão que é proposto pelo partido socialista, será elementar que se abdique da designação de qualquer liderança em desfavor da sua eleição directa; e só não será assim se não se quiser ou, se, e claro e como espero, o tal de modelo de uma "esquerda envergonhada" não chegar a ver a luz do dia.
(Reedição. 1ª edição em 24 de Fevereiro de 2009)
ResponderEliminarOi guerreiro!
Tenho esperança, tal como tu. Mas muito medo também.
Por vezes acho que já vivo na Venezuela. O que é triste. Muito triste.
bjo
Oi guerreira
ResponderEliminarNão paras de viajar; do que é que tu de havias de lembrar; há sempre uma outra possibilidade
bj
Oi guerreira.
ResponderEliminarNão páras de viajar; do que é que tu de havias de lembrar; há sempre uma outra possibilidade