quarta-feira, 7 de outubro de 2009

da intervenção eduquesa da presidente do conselho nacional da educação

 


 


Dois bloggers (Paulo Guinote e Ramiro Marques) fazem entradas aqui e aqui.


 


O jornal Público dá conta do assunto aqui.

2 comentários:

  1. "Olhando do Oriente"8 de outubro de 2009 às 03:57

    AVISO: O texto que se segue é pura ficção. Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência. Não se iluda… não há motivo.

    "Diz presidente do CNE

    Escola deve ter menos chumbos e garantir aprendizagem de qualidade

    A presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE) defendeu hoje uma nova forma de organização da sociedade portuguesa de modo a que a sua escola pública, em vez de ter chumbar os alunos com dificuldades lhes pudesse proporcionar uma aprendizagem de qualidade.
    "Estas políticas sociais e económicas geradoras dos percursos educativos que temos, não servem o desenvolvimento do país, nem as famílias, e por consequência… os alunos. Se olharmos para o que se faz noutros países, as famílias têm mais apoios podendo desse modo, disponibilizar “essencialmente” mais “tempo” e “meios” para apoiar as suas crianças desde que começam a apresentar dificuldades", frisou a Presidente do CNE. A responsável do CNE participava na conferência de abertura da cerimónia comemorativa do 30º aniversário do Instituto Politécnico de Setúbal, perante duas centenas de pessoas, sobre "Democratização da educação e pedagogia: questões e desafios".

    "Temos um sistema de ensino público que se democratizou muito, que garantiu o acesso das pessoas, a construção de escolas magníficas e bons professores, mas temos uma organização social e económica muito diferente da que existe noutros países da Europa e em alguns da OCDE [Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económicos], como o Canadá e a Austrália", começou por dizer.
    "Ao contrário do que acontece nesses países, onde a retenção de alunos é residual, em Portugal temos alunos de 14 anos desde o 1º até ao 9º anos de escolaridade, com duplas e triplas retenções, alguns dos quais vão ficando pelo caminho", comparou.
    A responsável do CNE começou por fazer um balanço positivo do trabalho desenvolvido no sentido da democratização do ensino após o 25 de Abril de 1974, mas defendeu que há novos desafios, que passam fundamentalmente pela necessidade de proporcionar às escolas e aos professores, condições que permitam maior qualidade da aprendizagem na sala de aula. Para a presidente do Conselho Nacional de Educação, se é certo que os alunos têm de trabalhar mais nas salas de aula, também a escola pública terá que lhes proporcionar mais apoios para ultrapassarem eventuais dificuldades, nomeadamente através de turmas com menor número de alunos, horários mais “leves” e “adequados” que permitam os alunos “respirarem”, programas mais realistas, adequados e “progressivos” que permitam ter um maior nível de exigência “real”.
    A Presidente do CNE lembrou que no ensino privado em Portugal há menos retenções do que no público, justamente porque os alunos pagam, o que implica que estas instituições se vejam obrigatoriamente envolvidas em questões marketing consequentes da lei da oferta e da procura, para além de poderem escolher os seus alunos, e “espante-se”… receberem do Estado verbas que fariam a “felicidade” de qualquer escola pública… 3500 euros aluno/ano. No ensino público, devido à situação a que as políticas sociais e económicas o conduziram "há alunos que arrastam dificuldades a Matemática de ano para ano, vão chumbando sempre", exemplificou, argumentando: "Diz-se que isto é culpa das escolas e dos professores. Mas não é. A culpa é de não se proporcionar à escola pública condições de trabalho e estabilidade para que eles aprendam desde o princípio."
    A Presidente do CNE defendeu, por isso, uma maior responsabilização da sociedade e do estado perante a escola pública e as famílias, que, disse, " até porque muitas famílias não podem ajudar os filhos, porque não andaram na escola ou porque não têm tempo para os apoiar, nem dinheiro para pagar explicações ou para colocá-los em escolas privadas".
    "Temos de conhecer bem as dificuldades das famílias e ter apoios mais adequados para as ultrapassar", reforçou a Presidente do CNE, reafirmando a ideia de que "a escola pública terá de ser “dignificada” para poder servir e “

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