Vi a notícia num canal de televisão. A nova ministra da Educação vai, a um sábado, visitar as obras duma escola secundária e obedece à companhia do chefe do governo. O senhor primeiro-ministro chama a si o microfone e debita, num registo que enjoa, o que vai ler a seguir. É um táctico. Obstina aqui para se tiver de ceder a seguir ter margem para não facilitar acolá. De nada interessa a razão e o conteúdo: o que sobra é a vaidade de eleger a teimosia como característica de quem parece ter registado uma qualquer inaudita epifania. É isto que nos têm reservado os últimos quatro anos. Isabel Alçada limitou-se a secundar. Até quando?
Professores que não entregaram elementos de avaliação não serão avaliados
"A ministra da Educação, Isabel Alçada, afirmou hoje que os professores que não entregaram os elementos de avaliação não serão avaliados, acrescentando que “não se trata de uma questão de penalização”, mas de cumprir a lei.(...)
Co-incinerados estamos nós todos a ficar. Sobre o ensino, é só resíduos. Tóxicos?
ResponderEliminarComo sempre os que defenderam com carácter e verticalidade os princípios saem prejudicados, os outros, que me recuso a caracterizar saem sempre a ganhar, face oculta, pois jogam sempre em vários tabuleiros. Rica lição. Haja moralidade!!! Mas o que é isso? Pois já me fizeram várias vezes essa pergunta, senhores muito bem posicionados nas estruturas do estado... Ética republicana ou moicana
ResponderEliminarO ensino está INTOXICADO. Só desintoxica com a saída do primeiro. Não há outro remédio.
ResponderEliminarViva.
ResponderEliminarTemos de ser firmes; é seguro. Temos de manter a cabeça fria; é uma exigência.
Força aí.
Antes do 25 de Abril as mulheres não votavam... cumpria-se a lei. Uma questão de regras!
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ResponderEliminarCumprir a lei? As leis injustas não são para ser cumpridas. E quem é que de facto a cumpriu? Haja paciência para esta nouvelle vague.
Cumprem-se em SALTO À VARA.
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ResponderEliminarJogos florais. Acredite quem quiser.
A lei é cega e há sempre maneira de contorná-la, mas não há vontade politica.
ResponderEliminarA Sra. Alçada é a cronista de serviço na Av. 5 de Outubro. Pela forma como está a ser apresentada na imprensa “uma aventura na educação” e com a agravante do autor do prefácio não abonar muito para sua valorização e independência, não me parece que vá resultar num best-seller ou que o trabalho da sua equipa ministerial fique na história da educação.
Isso que afirmas não é exacto. Havia mulheres com direito a voto.
ResponderEliminarNa 1ª República é que as mulheres não tinham direito a voto.
ResponderEliminarA partir de 1931. Se ignorarmos o episódio da Carolina Ângelo autointitulada "Chefe de Família".
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