Guerra dos docentes transforma-se numa disputa semântica
"Ministério da Educação, sindicatos dos professores e partidos da oposição parecem estar de acordo quanto ao futuro do modelo de avaliação docente ainda em vigor: já não deve surtir efeitos para o ciclo que começou em Outubro e se prolongará até 2011. Apesar desta base comum, a divisão instalou-se. Em causa está uma palavra. Suspensão. Amanhã os projectos da oposição vão a votos no Parlamento.(...)"
O novo modelo não vai ter divisão da carreira (em nenhum país europeu existe essa divisão), como também não vai ter imposição de quotas (também em nenhum país europeu existe essa divisão)!!! Sendo assim, é óbvio o que toda a gente já percebeu: o actual modelo acabou, morreu!!! A guerra semântica serve apenas para o Governo tentar não perder de todo a face perante vocês!!! E cita a área da saúde. Então diga também que foi preciso perderem a maioria absoluta para finalmente anunciarem o fim das taxas absurdas de internamentos e de cirurgias que impuseram aos portugueses!!!
ResponderEliminarMas que semântica: "Arbre,cheval"?
ResponderEliminarSemântica só se for para os ignorantes jornas!
Fartamo-nos de dar aulas de borla: substituições,apoios, actividades de enriquecimento curricular, tudo trabalho com alunos considerado não lectivo!
Eu dava-lhes a semântica,era com um cacete!
Concordo.
ResponderEliminarPerante «tanta semântica» da parte do ministério e dos sindicatos só espero que resolvam os problemas do ensino público.Esta avaliação nada mais (é) foi que um instrumento do governo com fins economicistas e que pretende tapar a incompetência do governo e dos sindicatos. Não foram os sindicatos, por exemplo, que defenderam a carreira única? E que descrimina uns, beneficiando outros? E o governo não teve também a vergonhosa ideia de alterar as leis que regiam a reforma dos professores do secundário, obrigando-os , em fim de carreira, a manterem-se na escola, com horários pesados, para além dos sessenta? Os sindicatos disto não falam, pois preferem defender os «primários» que se podem reformar , sem penalização, aos 32! ( lei de Agosto de 2009). Quanto ao PSD não confio neles. Parecem camaleões, principalmente o deputado Pedro Duarte, Que percebe ele de educação? Nunca o ouvi dizer nada acertado, nestas matérias.
ResponderEliminarReformas, por que não se preocupa com os salários dos gestores públicos e dos seus amigos deputados? Queremos uma avaliação europeia, sim. Quanto à admissão à carreira docente, deve ser bem apertada. Aí concordo eu. Mas foram vocês que meteram escumalha ultimamente no ensino ao deixarem passar os alunos 20 anos a fio no secundário e faculdade. Apertar é nas escolas: básicas, secundárias e superiores. Acesso difícil e com provas públicas às diferentes carreiras. Não é lógico? Para termos bons médicos, professores, etc. Não é ao fim de 20 anos de serviço ir avaliá-los porque há pouco dinheiro e é preciso encher os cofres. Boa tarde
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