O título que escolhi para este post é o mesmo do email que recebi enviado por uma leitora identificada. O conteúdo é interessante e resolvi partilhá-lo.
"O que pretende ele? Será que gosta de andar em reuniões com o ME? Que até ao momento não se tenha ouvido nenhuma voz vinda do ME é significativo. Haverá mesmo ministra?! Ou será que Sócrates só a convidou para a tomada de posse (como já fez com os meninos que foram receber Magalhães só para a reportagem?)
Se há ministra, terá ela um projecto, uma agenda, um plano? Terá alguma coisa para dizer? Ou está convencida que foi convidada para viver uma “aventura” com os professores?
Não haja dúvidas: Sócrates substituiu a equipa anterior por ventríloquos, nada mais que isso…
Portanto, Mário Nogueira, as negociações não são com o ME.
Em reacção ao anúncio de Aguiar Branco, o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores, Mário Nogueira, que se encontrava na assistência, disse ao PÚBLICO concordar com a aprovação de recomendações sobre o Estatuto da Carreira Docente, mas alertou para o risco de ser o Parlamento a criar uma lei com um novo modelo de avaliação.
É que o Estatuto da Carreira Docente é regulado por um decreto-lei e o modelo de avaliação de professores - que decorre do estatuto – passaria a ser pautado por uma lei que juridicamente tem uma hierarquia superior, sustenta Mário Nogueira que defende que os sindicatos devem voltar à mesa das negociações com o Ministério da Educação."
Espera-se que não recomecem os enigmas e os entendimentos.
ResponderEliminarAs oposições bem podem apresentar propostas para o fim da avaliação e mesmo que votadas por maioria, o governo é soberano na decisão. Espanta a ignorância na matéria, sendo imperativo que seja aprovada nova Lei que substitua e revogue a actual. Aí sim, o governo terá de a aplicar, mas no que se refere à regulamentação administrativa essa é da competência do Executivo. Resulta que na prática o governo tem a decisão final. Por isso e em consequência o sr. Nogueira apela ao governo e novas negociações, aliás previstas no quadro da Lei em vigor. Ora, seria desejável que por uma vez se deixasse a "partidirite aguda" e se pensasse e resolvesse os fundamentais problemas do país que não são de todo a avaliação dos professores. Relembro aos esquecidos que o problema de fundo do ensino secundário tem muito a haver com a contratação de licenciados sem perfil para professor. Donde o sr. Cavaco na década de 80 e 90 foi e muito responsável...Ninguém duvida que há milhares de professores que não o deviam ser e aí sim reside o problema de base. Haja a coragem e a visão para entender a questão central, pois bem aprendam com Singapura!
ResponderEliminarViva Hélio.
ResponderEliminarEspera-se que, e no meio de tanto imbróglio político e jurídico, se lembrem que existem escolas com alunos e professores e que os ultímos 4 anos foram a tragédia que se sabe. O sistema escolar precisa de paz e da opinião de quem conhece bem a origem dos problemas. Esta excessiva mediatização não tem sido boa conselheira.
Cumprimentos.