
Quando se ouve ou lê uma referência às políticas educativas dos últimos quatro anos, são já comuns as seguintes presenças no elenco de classificações: de desastrosas a nefastas não sobra nada de melhor pelo meio. Esse quase unanimismo é mais notório nas críticas aos diplomas que abalam o poder democrático das escolas ou que fracturaram a sua atmosfera relacional. E não adianta paralisar as imperativas mudanças com argumentos de ordem financeira. Esses, bem ou mal, com ou sem razão, existem. Mas há muita matéria que foge a esse fatalismo europeu e que pode, e deve, ser entretanto revista: a famigerada divisão da carreira, a avaliação burocrática e com base em dimensões imensuráveis (ética, por exemplo) e o modelo de gestão que, como se comprova, oferece uma gritante deslegitimação das lideranças.
Aguiar-Branco acredita que o Governo “tem condições” para ter novo modelo de avaliação este mês
"O líder parlamentar do PSD, José Pedro Aguiar-Branco, disse hoje que o Governo “tem condições” para acordar até ao fim de Dezembro com os sindicatos um novo modelo de avaliação dos professores.(...)"
Não era de 30 dias o tempo de espera? Ou estão com medo de terem confiado no governo? Vai bonito, vai.
ResponderEliminar"Os professores contratados há muitos anos, 10, 15 e até 20 anos com contratos a termo, esperam que seja agora que finalmente o governo e a Assembleia da República resolvam o seu problema de uma indigna precariedade de longa duração que só pode envergonhar o nosso país. Trata-se da exploração continuada de “mão de obra” barata referente a profissionais da docência que se traduz por atropelos à sua dignidade profissional. O país tem de mudar esta situação, pois afinal são os professores os potenciadores da mudança e do progresso do nosso país. Há que dignificá-los e não manter estes professores contratados de longa duração numa espécie de franja social da classe docente. Talvez isso interesse a alguns, mas não seguramente ao país. Foi entregue uma petição na AR no mês de Outubro para se resolver a situação. Os representantes dos peticionários já foram ouvidos no passado dia 9 de Dezembro pela Comissão de Educação, sendo que houve o melhor acolhimento por parte dos representantes de todos os partidos. Entretanto a questão será discutida em plenário da AR, e aí estaremos presentes para assistir à eliminação desta injustiça social."
ResponderEliminarAgora tudo se resume à fé?...
ResponderEliminarRezem muito, pela vossa pele.
Rezem muito. A minha presença é que conta.
ResponderEliminarCrer que algo é verdadeiro não faz disso uma verdade. E,neste momento, parece tudo mentira. Nem acreditamos nem vemos uma verdade clara.
ResponderEliminarQual será o caminho?