terça-feira, 8 de dezembro de 2009

e depois são os professores

 



 


Foi daqui.


 


 


Bem sabemos que são rubricas orçamentais diferentes, mas o que se vai conhecendo é de bradar aos céus, isto para não entrarmos em linha do conta com as quantias astronómicas que desapareceram dos negócios tipo BPN. E a questão que se coloca é sempre a mesma: mas onde estão esses recursos financeiros?


 


 


Défice da CP já ultrapassa os três mil milhões de euros


 


"O défice da CP, a transportadora ferroviária pública de Portugal, é actualmente de 3,1 mil milhões de euros, verba equivalente à que vai custar a linha de TGV entre Lisboa e Elvas, com a terceira travessia do Tejo incluída. (...)

2 comentários:

  1. "Isto tudo, no dia em que se sabe que o Estado português vai aprovar as contas do BPN, enquanto accionista, na próxima quinta-feira, dois dias depois do ex-presidente do banco, prestar esclarecimentos perante os deputados.

    O jornal «Económico» diz que a instituição obteve, em 2008, um prejuízo de cerca de 500 milhões de euros, devido ao volume de imparidades que tocou os 1,7 mil milhões de euros."

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  2. "Vamos analisar privatização do BPN
    08.12.2009 - 23h03
    Por Cristina Ferreira, Luís Villalobos
    Horácio Roque diz que a posição no Finibanco é para alienar, caso avance para a privatização do BPN e fique com o banco.

    Está interessado no BPN?
    Quando o negócio for conhecido, quando se souberem as condições em que o Estado quer vender, vamos analisar, com certeza.
    Já teve algum contacto com a Caixa Geral de Depósitos?
    Não.
    Quais seriam as condições ideais para se interessar pela compra do BPN?
    Não vou especular, eles é que querem vender, e têm de apresentar as condições. Mas é lógico que a marca BPN não vale nada. O que pode valer é a sua rede de balcões e só interessa se for vendida “limpa”. O BPN vale pelas instalações que tem e pelas agências, porque tem bons balcões.
    O Banif quer ser depositário do novo fundo do BPP. Enquanto banqueiro como é que assiste ao arrastar de um desfecho para o BPP?
    Com grande tristeza, porque é muito mau para o sistema e para o país, pelo clima de desconfiança que se cria. Prejudica muito a imagem do sector. O sector financeiro foi sempre muito bem comportado, onde não havia problemas nenhuns. Quando havia alguma questão era resolvida, com tempo. De um momento para outro tudo isto começou a descambar. Primeiro foram os problemas do BCP, depois os do BPN e depois o BPP.
    O BPN é mais um caso de polícia...
    E era difícil que o BdP se apercebesse de determinadas situações, porque aquilo [a fraude] foi feito por profissionais, que iludiram o BdP, através, por exemplo, do Banco Insular [banco virtual].
    Mas foram escritos diversos artigos e havia dados que podiam ter levado o BdP a procurar saber o que se passava. O BdP foi ingénuo?
    Não tenho elementos para poder acusar o BdP. Sei que é uma instituição muito exigente.
    Ao nível prudencial?
    Exactamente. É muito exigente nesse aspecto. Mas é evidente que a capacidade de se esconderem as coisas também é grande. E quando se lida com pessoas com má-fé é difícil ir ao fundo das questões. No caso do BPP, o que o prejudicou mais foram os investimentos de alto risco, além do admissível, e com a situação financeira que se criou...."

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