Na entrevista ao secretário-geral da Fenprof, que pode ler aqui, não pude deixar de sorrir quando li: "(...) o facto de a gestão das escolas não se reger por regras democráticas é razão para que estejamos apreensivos: o director é quem preside ao conselho pedagógico, quem nomeia os coordenadores e indirectamente o relator, a organização da escola nem sempre respeita o desígnio pedagógico e tudo isso deve levar-nos a perceber que a alteração do actual modelo de gestão é, não só por este motivo, mas também por ele, fundamental. (...)".
Ou seja, a inexistência de regras democráticas justifica uma apreensão em vez de um veemente e nunca desistente protesto.
Será uma defesa envergonhada da democracia?
ResponderEliminarO sistema de refrigeração do país ficou 50 anos sem funcionar. Estes ainda são os filhos afectados. Têm vergonha, ai têm têm.
PIM!!!!
ResponderEliminarO Paulo tem razão. Vamos à luta.
ResponderEliminar
ResponderEliminarSe quiser pensar em tudo o que veio tresloucar o funcionamento das escolas:
1 - Agrupamentos (verticais, pois os horizontais funcionavam bem)
2 - AEC
2 - Titulares (eh,eh,eh)
3 - Avaliação
4 - Este Modelo de Gestão
não consigo ordenar por ordem decrescente de malefício à escola pública. Mas sei que este modelo de gestão está em 1º lugar. Por muitos motivos já aqui tantas vezes citados.
ResponderEliminarVergonha de representantes (de professores?) que vacilam no cerne da questão : democracia , democracia nas escolas .
ResponderEliminarViva Isabel.
Acabei de escrever um post e vim ver os comentários. Só me esqueci das aec´s, ou se calhar não: "escola armazém" vai dar ao mesmo.
ResponderEliminarAté pensei que te tinha inspirado. Mas tu, como sempre, antecipaste-te. Até me lembro dos velhos tempos em que, quando alguém pensava em algo que se devia fazer.... tu já o tinhas feito. És o máximo!
Escola-armazém é mesmo igual a AEC. Sem dúvida que é para isso que servem. Claro, para além de empobrecerem o currículo.
ResponderEliminarDe alguma maneira fica a sensação. Aguardemos.
ResponderEliminarAssino por baixo.
ResponderEliminar