Não sei o que pensa Pedro Passos Coelho sobre Educação, mas vi um dos seus apoiantes, António Nogueira Leite, defender, no dia em que o governo e os sindicatos de professores chegaram a acordo, que a massa salarial dos professores era um dos factores que mais contribuiu para o aumento de défice orçamental nos últimos três anos. Fiquei estupefacto com a conclusão deste antigo secretário de estado do PSD. E defendeu a sua conclusão em tom indignado e sem contraditório.
Sabe-se que o famigerado défice passou de 2,8% para 8% num período em que os salários, e as progressões na carreira, dos professores estiveram congelados e em que massa salarial da função pública baixou de 3% para 2% do produto interno bruto.
Dá ideia que Portugal é um país com pouca sorte. A sua história, a par da dos países católicos da Europa - os mais a sul -, é feita de atrasos sobre atrasos nas matérias da Educação; e para não haver desvios ao fatalismo, vai ficando claro que os últimos dirigentes do bloco central têm uma fixação negativa qualquer com a Escola e com os professores.
Aguiar Branco diz que Passos Coelho é “um bom candidato”
"O líder parlamentar social-democrata considerou hoje Passos Coelho como “um bom candidato à liderança” do partido, mas sublinhou que a sua presença na apresentação do livro do antigo líder da JSD nada significa quanto à sua posição na disputa.(...)"
Olha que esta gente era bem capaz de te surpreender no momento em que o "pacote" educação voltasse à Assembleia da República em virtude de um não acordo, Paulo.
ResponderEliminarFalando agora de coisas mais sérias, faltam cerca de 90’ para o grande jogo. Vá lá, arranja o sofá
ResponderEliminarViva Miguel.
Nunca me surpreendem, podes crer. Sei lá: até és capaz de ter razão: são te tal modo que chegam a surpreender
Hoje temos jogo grande. O Kobe tem o indicador da mão direita fracturado e anda a lançar, até de meia-distância, com a esquerda. Mas as duas equipas estão bem. Vamos lá ver. O primeiro quarto está garantido, depois ou
A pesa uma bocado
Aquele abraço.