A plataforma acordada entre o governo e os sindicatos de professores resumiu-se quase às importantes questões financeiras. É natural que nas reuniões posteriores o impasse seja a tónica dominante (os média já foram contaminando o ambiente com o "despesismo" do acordo), já que no imbróglio da Educação há muito mais para resolver do que índices salariais e as progressões na carreira.
Mas como a atmosfera está impregnada de eduquês, quando se trata de resolver problemas como horários de professores ou desburocratização do inferno das invenções técnico-pedagógicas, dá ideia que os contendores ficam especados a olhar uns para os outros sem saberem muito bem o que fazer. Depois dá no que pode ler a seguir.
Ronda negocial sobre horários dos professores foi uma "frustração", diz FENPROF
Tão preocupada e a reconhecer... e afinal.... continuamos na mesma. Já se estava mesmo a ver. Isto não tem mesmo conserto.
ResponderEliminarNão tem conserto e concordo com a isabel. Mas os próximos dias podem propiciar boas novidades.
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