Dá ideia que o clima está demasiado crispado para que se possa alterar com significado o que quer que seja. Há, contudo, aspectos da vida da escola, e de quem lá trabalha ou a frequenta, que não podem continuar como estão. Estatuto e avaliação dos professores e dos alunos, organização curricular e escola-armazém, gestão escolar e horários dos professores são algumas das matérias que não podem ficar no mesmo sítio para que a desgraça não se acentue. Talvez por isso se tenha concluído que o caminho é ir ajustando.
Mudanças prometidas para o 3.º ciclo vão ser um "mero ajuste"
"A ministra da Educação, Isabel Alçada, anunciou um "novo currículo" para o 3.º ciclo do ensino básico, a entrar em vigor já no próximo ano lectivo. Imediatamente se começou a ouvir e ler a palavra "reforma", expressão nunca desmentida pela tutela. Contudo, o que a equipa de João Formosinho vai fazer é um "mero ajuste", revela o professor e investigador da Universidade do Minho. Mas os especialistas pedem uma reforma a sério: afinal, os actuais programas datam de 1991 e a última reorganização curricular é de 2001.(...)"
"Linkei" um texto do teu baú. :) Abraço.
ResponderEliminarViva Miguel.
ResponderEliminarJá vi: obrigado. Vou reeditar o post; tens razão: é oportuno.
Ajustar mas MUDAR!!!!
ResponderEliminarViva João.
ResponderEliminarClaro