segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

um negócio que deve ser escrutinado até à medula

 


 


 


Com a criação da "Parque escolar" as escolas secundárias públicas envolvidas vão deixar de pertencer ao património do estado e as suas instalações e respectivos terrenos (alguns bem no centro das cidades) deixaram de ser geridas pelos seus órgãos de gestão.


O que muitos começam a questionar é o alcance de tudo isto e as suas verdadeiras motivações. Mas mais: por que é que este programa foi tão apressado e tão pouco discutido? Foi apenas porque havia que animar a economia no período pós-desastre-financeiro? E a lei de bases do sistema educativo? E a política educativa?


 



Três quartos das escolas secundárias vão sair do património do Estado


 


 


"Empresa pública será proprietária de inúmeros terrenos que poderão ser alienados de forma mais fácil a partir do momento em que saírem do património do Estado.(...)"


 

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