quarta-feira, 10 de março de 2010

partidos políticos voltam à gestão escolar

 


 


 



 


 


Foi daqui


 


Para já é só à esquerda que se desenvolvem iniciativas para alterar o modelo de gestão escolar. No partido do governo sabe-se que a questão está longe de ser consensual, havendo mesmo alguma divisão entre os indefectíveis do primeiro-ministro e os outros.


 


Mais à direita é o que se conhece: cumplicidade com o actual modelo por parte do CDS e do PSD (babam-se com as nomenclaturas director, unipessoal e gravata, mesmo que toda a estrutura seja falha de sentido) e até era bom perceber-se na actual conjuntura de eleições internas do gémeo do bloco central o que têm a dizer os candidatos. Pode ser que os movimentos independentes de professores e o professor Santana Castilho, e em nome da coerência mínima, que raio, os ponham a falar nisso.


 


 


 


BE organiza audição pública sobre gestão escolar


 


"O Bloco de Esquerda vai debater no dia 18, numa audição pública, as alterações que propõe ao modelo de gestão escolar, entre as quais a possibilidade de as escolas voltarem a poder optar entre um diretor ou conselho executivo.


De acordo com o anteprojeto de lei que o partido vai debater com professores, associações de pais e alunos, entre outros, «urge recuperar e alargar os instrumentos de autonomia e democracia na gestão e administração das escolas».


Segundo o documento, a que a Lusa teve acesso, redigido pela deputada Ana Drago, devem ser as escolas a escolher se pretendem um órgão executivo colegial (conselho executivo) ou unipessoal (diretor), como acontecia no regime anterior.


Por outro lado, o partido defende que os cargos intermédios de coordenação científico pedagógica e de coordenação de estabelecimentos escolares deveriam ser eleitos pelos docentes e que os profissionais e alunos devem estar em «clara maioria» no conselho geral, órgão de direção estratégica das escolas.(...)"


 

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