Apesar de tudo as escolas abrem sempre em Setembro. Mesmo que muitas decisões de planeamento, que deveriam conhecer-se em Janeiro, só sejam centralmente publicadas em Julho ou Agosto, o ano lectivo começa dentro das salas de aula. Em que condições é o que nunca se chega a apurar e no ano seguinte volta-se à estaca zero com as componentes críticas da gestão organizacional como se nada tivesse acontecido. Escolas em regime de instalação, mesmo que com 50 anos de história, é o prato favorito dos decisores centrais. É o tão elogiado desenrasca português também conhecido pelo registo optimista que diz que lá nos havemos de safar que isso da bancarrota pagará quem vier a seguir.
PCP diz que política educativa resume-se a “cortar e encerrar”
O PCP acusou hoje o Governo de limitar a política educativa a “cortar e encerrar”, sem qualquer estratégia, manifestando “profunda preocupação” relativamente ao arranque do próximo ano lectivo.(...)"
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