É uma tendência crescente: a gestão escolar nos diversos patamares é entregue a professores que são eleitos por sufrágio directo e universal. As escolas têm verdadeira autonomia e são avaliadas. Os resultados determinam o prosseguimento da experiência. Quem diria.
As frases que acabei de escrever referem-se a escolas de pequena dimensão em cidades como Nova Iorque, Los Angeles e Boston. Querem ver que o exemplo que Portugal abandonou terá de regressar mais cedo do que o previsto?
Encontrei a informação neste post do Ramiro Marques, onde a notícia está detalhada.
Ai move-se e de que maneira. Bom ano Paulo.
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