Já há experiências para se concluir da ingovernabilidade da solução. Desde o início do milénio que andamos à revelia da sensatez. Criámos terminais do servidor do ME e diluímos as ideias que conduziam a uma boa cultura organizacional. Estávamos à espera de quê? De criar as condições para privatizar a gestão da Educação?
Se não fosse o tiro no pé das ideias constitucionais do PSD, a coisa não se tinha tornado fracturante. Neste momento, quem nos desgoverna tem uma tábua de salvação e, por ironia das ironias, apresenta-se como salvador da escola pública. Com ou sem propaganda, há um resultado que deixou marcas profundas: a degradação da qualidade e do poder democrático da escola pública; pagar-se-á a prazo, com ou sem privatização.
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