Veja só Paulo G T Prudêncio, talvez um aspecto... O ensino está para a matemática como: Um movimento harmonico, quando comparado a uma onda. Pois, quando uma onda é deformada, a perturbação propaga-se, reflectindo-se nas suas extremidades fixas. Ora, no ensino temos de um lado a funcinalidade das estruturas, e do outro, aprendizagem dos alunos. Então os professores, que são o corpo de ensino, vibram tais ondas de conhecimento e formação cuja vocação e destino, abriga uma causa, estando estes inclinados a decidir qual dos lados poderá enfraquecer... Se assim, condena ao sacrifício crianças em prol de frustranstes realidades a qual aplicam-se as causas da atualidade, já temos a resposta de um futuro próximo.
Bem, esta é apenas uma idéia que lamento se, de realidade portuguesa, por realidade no Brasil, perfazendo jus a onda fenômeno da natureza, repete-se em qualquer lugar do planeta, com a mesma fraquência sendo que em termos de qualidade ou não. Ao ponto que a discussão de qualidade passa pelo interesse e propósito de cada gorveno.
Está evidente, que o sintoma é de ordem mundial. O que minimizado estava, aproxima-se da linguagem universal. E o paralelo expõe por experiências a angústia da educação, de uma estrutura que não comporta, modelo e anseio, que seja para atender a criança e ao mesmo tempo satisfaça o professor por empenho, ao que responde a impotêcia de ambos para o efeito do aprendizado.
A realidade portuguesa, e no sistema escolar em particular, passa por um período muito conturbado. O governo ainda em funções lançou o caos nas escolas públicas.
É uma História longa. Estou há 3 anos a escrever, neste blogue, quase diariamente sobre o assunto. Tem sido um movimento de cidadãos muito interessante.
Vamos ver como acaba. A escola pública já perdeu demasiado.
Veja só Paulo G T Prudêncio, talvez um aspecto...
ResponderEliminarO ensino está para a matemática como:
Um movimento harmonico, quando comparado a uma onda. Pois, quando uma onda é deformada, a perturbação propaga-se, reflectindo-se nas suas extremidades fixas.
Ora, no ensino temos de um lado a funcinalidade das estruturas, e do outro, aprendizagem dos alunos.
Então os professores, que são o corpo de ensino, vibram tais ondas de conhecimento e formação cuja vocação e destino, abriga uma causa, estando estes inclinados a decidir qual dos lados poderá enfraquecer...
Se assim, condena ao sacrifício crianças em prol de frustranstes realidades a qual aplicam-se as causas da atualidade, já temos a resposta de um futuro próximo.
Bem, esta é apenas uma idéia que lamento se, de realidade portuguesa, por realidade no Brasil, perfazendo jus a onda fenômeno da natureza, repete-se em qualquer lugar do planeta, com a mesma fraquência sendo que em termos de qualidade ou não.
Ao ponto que a discussão de qualidade passa pelo interesse e propósito de cada gorveno.
A escola e o mundo ou um espelho da crise, não é Cláudia?
ResponderEliminarEstá evidente, que o sintoma é de ordem mundial. O que minimizado estava, aproxima-se da linguagem universal. E o paralelo expõe por experiências a angústia da educação, de uma estrutura que não comporta, modelo e anseio, que seja para atender a criança e ao mesmo tempo satisfaça o professor por empenho, ao que responde a impotêcia de ambos para o efeito do aprendizado.
ResponderEliminarViva Cláudia.
ResponderEliminarA realidade portuguesa, e no sistema escolar em particular, passa por um período muito conturbado. O governo ainda em funções lançou o caos nas escolas públicas.
É uma História longa. Estou há 3 anos a escrever, neste blogue, quase diariamente sobre o assunto. Tem sido um movimento de cidadãos muito interessante.
Vamos ver como acaba. A escola pública já perdeu demasiado.
É Cláudia. Só que por cá o caos tem contornos únicos e que fogem ao conhecido.
ResponderEliminarVá lendo, se se interessar mesmo pelo assunto