A saga da parque escolar continua a surpreender. Não será necessário um juiz jubilado para denunciar esta verdadeira megalomania lançada em plena falência financeira. Reparem nos números e digam lá se havia necessidade.
A saga da parque escolar continua a surpreender. Não será necessário um juiz jubilado para denunciar esta verdadeira megalomania lançada em plena falência financeira. Reparem nos números e digam lá se havia necessidade.
As escolas pagam as rendas como? VILANAGEM....
ResponderEliminarEspera aí, as escolas públicas pagam renda ao Parque escolar (instituição/empresa pública que gere o património imobiliário onde funcionam as escolas também públicas) que edifica em terrenos muitas vezes disponibilizados pelas autarquias?
ResponderEliminarEstou um bocado confusa, ou é impressão minha???
E os terrenos cedidos pelas autarquias foram roubados aos seus anteriores proprietários...
ResponderEliminarÉ só sacar. Meteram-se nesta aventura e o erário público que pague. Este tema dá para rir a bandeiras despregadas. O estado cobra renda à escola? Doideira.
ResponderEliminarViva Paulo,
ResponderEliminarSó é "uma espécie" de PPP porque a Parque Escolar ainda não foi privatizada. Mas penso que não precisas esperar muito até isso acontecer. Deixa o PPC tomar conta do quintal e verás florescer mil PPP's na educação.
A propósito, parabéns pela "vitória" em Sto. Onofre (apesar de todos os pesares e das feridas que levarão muito tempo a sarar).
Abraço
É cada uma à volta deste assunto, que nem sei.
ResponderEliminarAbraço aos três.
Viva Francisco.
ResponderEliminarDesculpa, mas ainda nem fui ao texto que me recomendaste. Ver se mais logo consigo.
Os parabéns não são para mim. Tenho ideia que os colegas passarão por aqui e que os receberão.
Abraço.
Tenho acompanhado este processo deste o início. Estava numa escola, cujas obras já terminaram, e nas várias sessões de esclarecimento ficou claro o modelo de financiamento deste processo de requalificação:
ResponderEliminarEscolas passam a ser propriedade da Parque Escolar; Durante as fase de intervenção/constução recorreram a fundos comunitários, empréstimos na Banca internacional (pagos em 25 anos) e uma reduzida parte vinha do gabinete de gestão financeira do ME;
São celebrados contratos de manutenção, por 10 anos, com as empresas que executam a obra, sendo os pedidos de intervenção efectuados pela Direcção da Escola;
Nos próximos 25 anos as escola pagam uma renda, que será a forma da PE pagar os empréstimos contraídos. pelo que sei até ao momento as coisas até têm corrido razoavelmente.
Na escola que fica a poucos metros de minha casa (Rodrigues de Freitas - Porto), é frequente uns vandalos grafitarem as fachadas em pedra, em poucas semanas vêm uns senhoras com umas maquinetas XPTO limpar a porcaria. No passado os grafitties ficavam lá eternamente.
Ó Daniel, esse investimento era necessário, carago? Já estávamos falidos e sem dinheiro para luxos. Nalguns casos demoliu-se escolas quase novas. Quem é que vai pagar isto? Quem é que empresta dinheiro ao imobiliário?
ResponderEliminarDe loucos, carago.
Fico muito sensibilizado com a bondade dod que me roubam.
ResponderEliminardigo
ResponderEliminar"Fico muito sensibilizado com a bondade dos que me roubam".
Inequívoco. Senhoras com máquinas XPTO pagas por quem? O problema não é esse, como se compreende. Este exagero até assusta e as sessões de esclarecimento confirmam.
ResponderEliminarE quem paga?
ResponderEliminarViva Daniel.
ResponderEliminarFui professor no Porto e passei muitas vezes por aí. Joguei umas futeboladas no espaço de ar livre dessa escola e conheço bem as instalações. Vi as fotos e pareceu-me que está muito bonita.
Obrigado.
Mas isso não impede que se questione o programa da parque escolar. Há coisa inclassificáveis.
Fizeste-me rir Donatien
ResponderEliminarPagas pela empresa que ganhou o concurso de contrução/manutenção.
ResponderEliminarMas qual é o problema, afinal?
Pois, mas a estória é bem triste...
ResponderEliminarIsso Donatien; não confundamos as coisas .
ResponderEliminarE este comentário serve tb para o Daniel. Se pesquisar na rubrica do parque escolar encontrará vários posts que questionam o problema. Há demasiada matéria nebulosa e outras caricatas. Lembro-me, por exemplo, do projecto Montessori inspirado num arquitecto holandês que defende a ideia de learning street. Passe por lá Daniel. É tb uma chuva de milhões que está por explicar e de relações financeiras nem sempre bem explicadas (para ser brando). Daniel: o programa não se resume a essa escola