O monstro da avaliação de professores continua a esperançar os maus burocratas. Mas basta avançar com o modelo, para que os indicadores imensuráveis e as injustiças processuais abalem os climas relacionais. Querer pontuar as tais quatro dimensões é o primeiro passo para o descalabro.
Delire-se com a ideia de atribuir uma pontuação de 1 a 10 aos diversos elementos que participam num determinado tipo de reunião. É só pensar um bocado e imaginar um ambiente que não seja de farsa e de fingimento. O Paulo Guinote publica, aqui, uma ficha elucidativa.
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