A avaliação de professores continua o desmiolo que se sabe e este modelo já obteve reprovações suficientes. É um rol de injustiças impregnado de má burocracia e de indicadores imensuráveis.
O ambiente relacional e organizacional das escolas já está muito para além dos limites.
Chega. Bem sei que estamos focados em eleições, mas logo que esse calendário se cumpra a contestação tem de dar sinal de si.
Há escolas com coragem. Relatores, coordenadores e conselhos pedagógicos pararam tudo.
ResponderEliminarEstamos condenados a isto, Paulo?
ResponderEliminarTem razão Rute. Têm sido anos a fio mergulhados na defesa da escola pública.
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ResponderEliminarPena é que nem todos pensam da mesma maneira.
Agrupamentos há em que a "realização" dos Directores é plena.
Grande Paulo:
ResponderEliminar- Vamos lá começar uma nova onda!
Abraço,
Maurício
Aquele abraço Grande Maurício. Força aí, meu caro.
ResponderEliminarEscolas há em que a "realização" dos directores é nula ou mínima, e os colegas se queixam de lhes estarem a empatar a vida e a "progressão".
ResponderEliminarAinda não percebi para onde nem quando, mas deve sr problema meu. Também acho que não perceberam à custa do quê.
Problema meu, que, se calhar, já não consegui explicar mais...
Abraço, Paulo.
Divinal
ResponderEliminarAbraço tb.