sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

em que é que ficamos?

 


 



 


Os políticos europeus e os economistas não têm a mesma opinião sobre a forma de se sair da crise e isso deve ser normal. Mas há uma clivagem no que se refere ao facto de opinador ser mais à esquerda ou mais à direita: quanto mais à direita maior é a crença no corte dos salários e nas reduções dos benefícios sociais da classe média para baixo. Quem quer defender o aumento da classe média e a redução das desigualdades não se pode situar na direita, muito menos na portuguesa.


 


Tenho ideia que a comissão europeia e o eixo franco-alemão estão dominados pelo que resta do império americano da era Bush, mas nem todos os comissários olham para o problema do mesmo modo.


 


Baixar os salários não deve ser uma solução, diz comissário europeu


(...)"Baixar salários é um tipo de competitividade que não é próprio de países europeus", disse Almunia à entrada da audição.


Portugal "tem de melhorar a competitividade e melhorar a produtividade com base nas melhorias de funcionamento do mercado através da melhor utilização dos recursos humanos e das novas tecnologias", afirmou Joaquín Almunía na comissão parlamentar dos Assuntos Económicos, Inovação e Energia, em Lisboa.(...)



1 comentário: