A injustiça e a inexequibilidade caracterizam o modelo de avaliação de professores. Escrevo-o há não sei quanto tempo e não desistirei. A incompetência nasce no tipo de avaliadores e no que se quer medir. Das quatro dimensões da actividade do professor, só uma é mensurável. Mesmo assim, é discutível se se deve apurar com pontos e quotas. Defendo que não. Depois de muito estudo e de alguma experimentação, deixei aqui a minha opinião definitiva (desculpem a ousadia) em Setembro de 2008. Um novo modelo vai requerer tempo e outros mentores; os actuais estão esgotados. Não conseguem fazer diferente e estão a causar prejuízos incalculáveis à sociedade; e não se trata de simplificar.
A contestação é, mais uma vez, uma exigência de quem está nas salas de aula e domina mesmo estes saberes. A onda só pode voltar a crescer. As organizações existentes estão a ser rebocadas.
DESTA NÃO NOS PÁRAM...
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