Está decretado o fim da área de projecto e de meio estudo acompanhado. Extingue-se também o par pedagógico na disciplina de educação visual e tecnológica. É o reino da mudança e do devaneio. Tudo é decidido fora da escola e pelos iluminados do poder central. Este decreto é lapidar. O legislador, num gesto de extrema generosidade, oferece às escolas a possibilidade de organizarem as aulas em tempos de 45 ou de 90 minutos, que é uma realidade desde o século passado (desde 1998 que todas as escolas tinham aulas de 45 e 90 minutos e que a gestão era flexível). Não se devia decidir a este nível sem uma medição prévia da temperatura corporal dos decisores.
Sejamos claros: existirá um desemprego em massa nos 2º e 3º ciclos de escolaridade com principal incidência no grupo disciplinar de EVT. Este grupo conhecerá também um número inaudito de horários zero.
"lei não escrita" é certeiro para muitos problemas...
ResponderEliminar... ouvi dizer que o PS não é a favor da redução dos deputados no Parlamento...
ResponderEliminarAté quando vamos aturar isto?
Ai isto rebenta, ai rebenta, rebenta, carago.
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