A comunicação social e as organizações que existem devem estar muito atentas. Em 2008, as instituições políticas assustaram-se com a força dos professores portugueses e, como afirmou José Gil, um entendimento cortou a coluna vertebral à razão. Em 2010, a cena como que se repetiu. Estou com a sensação que desta vez a domesticação vai ser muito mais difícil. Há muito desânimo, é certo. Mas noto muito menos tolerância por parte de quem sente a injustiça na pele e ninguém do arco parlamentar se deve sentir incompreendido, principalmente os constituintes da famosa cooperação estratégica.
Professores. Começou a revolta que ainda não faz barulho
"Professores estão ansiosos por gritar nas ruas contra os cortes na escola pública e nem querem esperar pela convocação dos sindicatos(...)"
Pudera! Isto está que não se pode aquentar. Até dói ver o ambiente das escolas :(
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