Conheça a posição mais recente da Fenprof. Olhando para a história recente, há uma interrogação que me assalta a mente desde logo: isto é mais uma encenação por parte de quem assinou o que não devia no que a este modelo de avaliação diz respeito?
Conheça a posição mais recente da Fenprof. Olhando para a história recente, há uma interrogação que me assalta a mente desde logo: isto é mais uma encenação por parte de quem assinou o que não devia no que a este modelo de avaliação diz respeito?
Viva Francisco.
ResponderEliminarQue raio de coisa.
Assim é que não vamos lá. Em Abril de 2008 (com o governo encostado às cordas), assinou-se um entendimento que fazia vigorar por um ano o monstro de ADD a ver o que dava e com um dirigente da Fenprof de nome Videira a percorrer o país a divulgar uma versão igual ou pior mas apenas com nomes diferentes. Só pela força dos professores é que a coisa não passou de Novembro de 2008.
Muitos professores ficaram desconfiados e essa fundamental recuperação só se faz com a união possível da diversidade e com a crítica. Meu caro: não pode ser com coisas do estilo: os entram nas posições sindicais ou calam-se para sempre; ok; isso divide mesmo.
Os sindicatos publicam frases duras. Mas escrever frases bombásticas é muito diferente de tomar posições coerentes e informadas.
Abraço
Que raio Paulo,
ResponderEliminarquanto ao Videira e a outros videirinhos, há-os em todas as organizações. E quando chegam a posições de destaque, por terem o cartão de um dos partidos que nos (des)governam há 35 anos, o mal que nos fazem ainda é maior.
Isso não valida o uso de meias verdades. E nunca a FENPROF assinou acordos sobre quotas.
Em relação ao comentário anterior tenho que corrigir esse pormenor: a ADD está contida no acordo, mas em nenhum dos seus pontos ficou aceite a definição de quotas máximas para qualquer nível.
Quanto à "frase bombástica" entendeste mal. Não afirmei em nenhum momento que os actores têm que "entrar" nas posições sindicais. Até porque com mais de uma dúzia de sindicatos as posições são como os gelados... cada cor, seu paladar.
O que afirmo, sem receio de defender o que penso, é que é por dentro que se mudam as estruturas, a menos que o objectivo seja destruí-las. Nesse caso devemos assumir o conflito de modo aberto e não apenas exigir que outros cumpram a nossa agenda, sem que nos embrenhemos na tarefa.
Mas ainda assim continua válido o princípio de que os actores não são apenas condicionados pela estrutura e dispõem dos meios para influenciar o seu funcionamento.
É transcendente que haja unidade.
ResponderEliminarTranscendente
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