Concordo com a perplexidade que o José Aníbal, do PROmova, manifesta aqui. É inaceitável que se aceite o lume brando a que está sujeita a dilacerante atmosfera relacional entre professores por causa de uma avaliação que é quase fascismo por via administrativa. É urgente e forçoso um sonoro não.
CERTEIRO. O NÂO É PARA ONTEM.
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