Quando me dizem, mas tinha de existir uma avaliação, sorrio sempre. A avaliação que existia era o melhor que se tinha conseguido numa área em que não há receitas fáceis, como se comprova à saciedade e no mundo todo. O que se tentou impor em 2007 tem de cair pelas inúmeras razões que se conhecem. Se não se quer identificar alternativas, então que se volte ao sítio onde se estava e que se estude. Nesta altura, não existem sequer as tais pressões salariais nem as horrorosas progressões na carreira.
Quem tem a obrigação de apresentar alternativas é quem governa e quem mudou o que existia com uma prosápia inaudita. Aos destinatários cabem as asserções do verdadeiro Sócrates: "(...) Aqueles que perguntam são sempre os mais perigosos. Não é perigoso responder. Uma simples pergunta pode ser mais explosiva do que mil respostas.(...)".
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