Em plena crise financeira, os sindicatos de professores continuam a inundar as escolas com cartazes a cores, em papel caríssimo e em triplicado. Talvez fosse boa ideia reduzir o custo individual da quotização.
As tarjas também regressaram. É discutível o efeito que terão nos alunos e nos encarregados de Educação as frases verdadeiras que se podem ler. Uma coisa é certa: ao ponto que isto chegou. Um miúdo vai para as aulas a pensar que o seu professor se calhar vai ser despedido.
Reparei nas mesmas resmas de papel e não gostei. Choca tanto desperdício dos sindicatos. O efeito das tarjas é polémico e não tinha pensado desse ângulo.
ResponderEliminarPara lá da crítica, e do direito de a exerceres (até porque, tanto quanto sei, continuas a ser contribuinte líquido de um dos sindicatos que está a promover a divulgação das suas posições junto dos professores que trabalham e vivem nas escolas), gostaria de saber como pensas que se deve apelar à mobilização dos professores, e à participação dos restantes "stakeholders", em defesa da escola pública, democrática, equitativa e para todos.
ResponderEliminarAbraço
É Francisco. Continuo sócio do SPGL. A crítica aos despesismo é recorrente nas salas de professores. Chega a ser chocante para quem sabe o preço destas coisas. É muito desperdício, realmente. Há muitas outras formas de fazer chegar a informação. A repetição de cartazes caríssimos na mesma escola (em placards e espalhados nas mesas) faz lembrar aqueles saldos das lojas caras em dentro de uns caixotes ou pelo chão abundam peças de roupa a 200 e a 300 euros.
ResponderEliminarAbraço.
Concordo com o Paulo. Também um desperdício.
ResponderEliminarDesculpa lá as gralhas mas escrevi sem óculos
ResponderEliminar