Tem sido sempre assim nos últimos anos: os irmãos quase gémeos, PSD e PS, apresentam ao eleitorado a ausência de debate de quem intuiu que está para sair e a confrontação interna de quem pensa que vai entrar.
Parece-me que é no estado de escolha de caminhos que se encontra o PSD; na Educação também. Sejamos claros: se o programa vai inscrever alterações à gestão escolar para recuperar a democraticidade perdida, não pode listar também a ideia "mais sociedade" da introdução da carreira dos directores escolares nomeados.
Estes pequenos exemplos demonstram bem a confusão que se pode estabelecer. Mas mais: há um sector da denominada blogosfera docente que se queixa muito que os professores votam sempre à esquerda e que têm preconceitos contra os partidos da direita. Sejamos francos: criar uma carreira de director escolar tem tanto de cómico, de "impossível", de satisfação do aparelho e de sei-lá-mais-o-quê que me escuso a argumentar mais.
C-E-R-T-E-I-R-O-
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