terça-feira, 14 de junho de 2011

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Tem sido risível assistir ao reino dos palpites sobre o próximo ministro da Educação; um movimento estonteante a que nem os próprios governantes têm escapado. Começaram pela promessa da dezena de ministros e já a reduziram ao regime de ministros com mais responsabilidade por causa da morosidade das novas leis orgânicas. Mas não sabiam que era assim? Se não pensaram nisso não é lá muito bom sinal.


 


Têm razão os que dizem que na Educação há milhares, sim milhares, de pessoas nos serviços centrais e desconcentrados que devem regressar às salas de aula. Uma pessoa que tenha exercido uma qualquer função de nomeação política nestes serviços, acha-se no direito, e propaga-o com a maior das naturalidades, de por lá ficar quando o seu governo cessa funções. É uma espécie de prateleira dourada, salvo seja, que depaupera as contas da traquitana do Estado. Se são professores, o seu lugar é nas salas de aula.

5 comentários:

  1. O DRELVT diz que de lá não sai...

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  2. Dever devem. A questão é que evitarão a todo o custo. Pois se até directores e assessores nas escolas (maioritariamente) fazem tudo para não voltar à sala de aula! A questão que me coloco muitas vezes é a seguinte: porque quis esta gente tornar-se professor? Não teria sido preferível terem-se formado administrativos ou escriturários já que é o que fazem com tanto gosto? :)

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  3. Quem é o DRELVT? É quem eu estou a pensar? O da esferográfica jurista?

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  4. “António Rendas, Reitor da UNL e presidente do Conselho de Reitores, na educação”

    Abriu a temporada do “Adivinha quem vai ser ministro“. O Sexo e a Cidade conta o que sabe, com as reservas da praxe. Costuma ter boas fontes…

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