O último partido político que pode exigir um acordo de regime para as políticas educativas é o PS. Tomou o poder em 2005 e terraplenou tudo o que estava para trás, mesmo o que tinha avaliações positivas como era o caso da gestão escolar. Havia um desígnio freudiano venerador da ideia headmaster, e dos salões onde se movimenta o verniz, que lhes curvou a cervical.
Depois de tanto disparate comprovado, o PS não se pode resguardar atrás de uma qualquer ideia fixa como se as suas decisões recentes tivessem sido o fim da história. As derrotas em toda a linha exigem humildade; ao menos isso.
Subscrevo. Era só o que mais faltava termos o PS agarrado ao triste passado. Vão para Paris e soltem o País.
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