terça-feira, 21 de junho de 2011

virar de página

 



 


 


Tomou posse o novo governo. Os resultados das últimas eleições legislativas tinham, para muitos professores, um objectivo claro que foi atingido: a derrota de um governo que foi, de modo inaudito, nefasto para o sistema escolar. Hoje, assistiu-se à sua substituição definitiva.


 


Espera-se um virar de página. Estamos conscientes das dificuldades do país. Mas há muita matéria não directamente financeira que tem de ser alterada. Desde logo, a atmosfera relacional no sistema escolar e o regresso da confiança nos seus profissionais. E como se sabe, as pessoas quando são respeitadas atingem altos níveis de cooperação e de mobilização. Os resultados financeiros beneficiam muito com esse estado de espírito. Podemos mesmo afirmar que não existirá recuperação possível se assim não for. Conhecemos as palavras dos que cavalgaram a justa onda de contestação. Chegaram tarde, mas deram sinal de si. Aguardam-se os actos.

8 comentários:

  1. perfeito... como é hábito...

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  2. Viva Paulo,
    se para muitos professores a substituição das pessoas era o essencial, e já está cumprido, para muitos outros a verdadeira mudança necessária é no sentido de uma política educativa mais justa, mais humana e mais preocupada com a formação integral dos indivíduos, não bastando as preocupações com a melhoria do capital humano.
    Para estes últimos não se avançou nada e, em certa medida, a regressão é imensa e será evidente dentro em breve.
    Abraço

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  3. Não li substituição das pessoas. Li substituição do governo, logo das políticas. O seu comentário é panfletário.

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  4. Subscrevo plenamente.

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  5. O meu panfleto tem conteúdo ideológico e não o nego nem escondo.
    Ao contrário de quem esconde a ideologia atrás de uma alegada independência, que é apresentada como superioridade moral e ética.
    O que afirmo, e o tempo confirmará, é que este governo não trará uma política educativa mais justa, mais humana e mais preocupada com a formação integral dos indivíduos.
    Baseio essa afirmação no discurso que é conhecido, tanto do 1º ministro, como do ministro da economia, como ainda do ministro da educação.
    Quanto às respectivas qualidades pessoais nada tenho a dizer, nem acho que interesse dissecar.

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  6. Viva Francisco.

    Espero que não tenhas razão, pelo simples facto de que o sistema escolar não aguentará mas loucuras.

    Vamos aguardar.

    Abraço.

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  7. Caro Sindicalista.

    Concordo com o que escreves. Todavia, o facto do Francisco criticar as ideias das pessoas - pelo visto conhece-as - não me parece que seja panfletário.

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  8. Aquele tipo de sindicalista do PCP é só fanatismo e destila ódio. Basta ler o blog dele.

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