Para o governo, o actual modelo de avaliação de professores não serve e deve ser substituído. Estamos de acordo.
Há quem diga que não deve haver pressa na aprovação do modelo seguinte, que é preciso estudar, testar e que ainda por cima não existem questões financeiras em jogo. Estamos de acordo.
Mas há uma questão urgente em relação ao que existe. Se é injusto, se dilacera as relações profissionais e se é um monstro burocrático, não pode ter efeitos em concursos nem nas futuras progressões na carreira. Isso tem de ser dito imediatamente. É pouco avisado insinuar-se que os professores estão com pressa. Andam há mais de três anos mergulhados nessa turbulência. Não deve passar pela cabeça de uma pessoa sensata querer levar o desmiolo até ao fim (atribuir pontuações e quotas, por exemplo) sabendo-se da injustiça que os procedimentos acarretam.
claro
ResponderEliminarResumo simples, mas muito certeiro do que se passa relativamente à ADD.
ResponderEliminarQuem não pensa assim não deve ser professor do ensino básico e secundário.
Subscrebo, carago.
ResponderEliminarIsso é que é rigor.
ResponderEliminarCá para mim o Cavaco.......
ResponderEliminarQueres ver que tens uma bola de cristal
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