Está mais do que provado: as organizações especializadas em contestações de massas têm de manter as pessoas numa qualquer situação profissional de lume brando. É usual a utilização de coreografias de luta que se destinam apenas a manter viva a chama da contestação.
É nesse sentido que leio esta conclusão possível do Paulo Guinote.
O costume, carago.
ResponderEliminarViva.
ResponderEliminarDiscordamos. Tb discordas do post para além do limite? (publiquei antes deste)
Abraço.
Somos meros peões de xadrez!
ResponderEliminarCONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS mesmo...
ResponderEliminarPaulo,
ResponderEliminarcomo é evidente (até porque está lá o comentário que fiz na altura da 1ª publicação) discordo totalmente desse post.
As razões ficaram claras no post que escrevi em resposta ao teu.
Aparentemente continuas a atribuir "aos sindicatos" um poder que manifestamente não têm.
Sobre as questões do poder nas organizações democráticas já rios de tinta foram gastos desde que a sociologia das organizações se começou a debruçar sobre o tema.
O poder não é um bem que se detenha ou se adquira nalguma loja ou supermercado. O poder exerce-se, mas para isso é necessário que seja reconhecido e aceite pelos actores sobre quem é exercido.
Bem pode a hierarquia (empresarial, sindical, governativa) querer impor uma norma, que nunca o conseguirá sem a adesão daqueles a quem essa norma se aplica. É esse o poder das bases, que interpretam e se apropriam da regra, adaptando-a às suas circunstâncias num processo de Regulação Local Autónoma*
* sobre a regulação autónoma podes ler Jean-Daniel Reynaud no que se refere à Teoria da Regulação Social. Depois podes explicar a outros bloguers de referência que a alusão à regulação autónoma nada tem a ver com a Margarida Martins, vulgo popota.
Abraço
Viva Francisco.
ResponderEliminar"Aparentemente continuas a atribuir "aos sindicatos" um poder que manifestamente não têm." Têm mais do que queres fazer crer e perderam algum também por causa do que escrevi no post.
Mas já discutimos isso o suficiente. De resto, partilho dessas preocupações com o exercício do poder.
Abraço.
É verdade que lhes interessa o dito lume brando. Mas se o PCP e o Bloco exigirem o fim da actual ADD estão só a ser coerentes. Quem fica mal na fotografia é o PSD.
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