domingo, 10 de julho de 2011

em mais uma véspera

 


 


É amanhã que entra no parlamento, pela mão do PCP, outro decreto-lei que visa a suspensão da avaliação de professores. É inacreditável o que tem acontecido com este modelo. Já foram utilizados caracteres em número incontável e há quem pareça não ter percebido que a coisa é brutalmente injusta, incompetente e inexequível. A quantidade de critérios imensuráveis é tal, que quando se chegasse à aplicação repetida das quotas e das pontuações o ambiente explodia de vez.


 


Já cansa ler os argumentos que defendem que o actual ciclo deve ir até ao fim. É tradicional nesse argumentário a inventariação dos números. Normalmente apontam o rol de adesões ao modelo, coisa em que o anterior governo era especialista. Parecem os defensores dos grandes movimentos totalitários quando advogavam com a participação de milhões. Como nada se consegue sem a adesão das pessoas, desde o nazismo à revolução cultural, se prevalecesse o critério do número a humanidade nunca se tinha libertado dos fascismos diversos em direcção à democracia. Quando um modelo é comprovadamente mau, não deve respirar à custa do cinismo ou do calculismo; para além de tudo, dá sempre péssimos resultados.

10 comentários:

  1. Fausto Viegas (Norte)10 de julho de 2011 às 15:43

    Desta bai ser, carago.

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  2. Fausto, infelizmente num bai !! Isto num ata nem desata !!

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  3. Renata Branco, Educadora Contratada10 de julho de 2011 às 17:56

    Que desespero - nunca mais acaba a LOUCURA!!!

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  4. Eu até sou optimista! Mas acho que ainda não acabou porque o "devorador de bolo-rei" não deixa. Já me mete tanto asco quanto este modelo de ADD!

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  5. Ou vai agora ou acabará mal. Escrevam...

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  6. Aichas Viegas? Num istou a ber...

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  7. Fausto Viegas (Norte)10 de julho de 2011 às 20:44

    Emborca uns finos que a paisage muda, carago.

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  8. Estou como a Isabel e ainda faltam quase cinco anos

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