quinta-feira, 14 de julho de 2011

terminou a área de projecto

 


 


O fim da área de projecto (continua apenas no 1º ciclo) é a notícia mais significativa do leve ajustamento curricular que pode ler aqui.

13 comentários:

  1. Leve mesmo. No 1º ciclo, nada. Continuamos com tudo na mesma. Também, bastava tirar o empobrecimento curricular!

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  2. Ainda hoje conversávamos sobre isto. Mexer neste momento na arquitectura curricular seria uma tarefa Rossio/Betesga. Creio que mais novidades virão. Mas não neste Verão. O que importa mesmo é o que se fará em sede de revisão de conteúdos. Nenhuma reforma se fará sem a determinação de metas tão mais sucintas como exigentes.

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  3. Lamento profundamente esta notícia. Área de Projecto constituía o derradeiro espaço de liberdade curricular de professores, alunos e EEs. Diz-se que "em tempos de fome não se come faisão". Eu diria que com tanta gente a comer faisão alguém vai ter de passar fome.

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  4. Lamento profundamente esta notícia. Área de Projecto constituía o derradeiro espaço de liberdade curricular de professores, alunos e EEs. Diz-se que "em tempos de fome não se come faisão". Eu diria que com tanta gente a comer faisão alguém acabaria a passar fome.

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  5. Triste com a decisão. AP foi de facto importante para os alunos que acompanhei. Mais, prejudicará mais os professores do 2ºciclo do que se pensa!!!!!!!! A ver vamos...

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  6. Paulo G. Trilho Prudencio15 de julho de 2011 às 11:42

    É Isabel: na mesma.

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  7. Paulo G. Trilho Prudencio15 de julho de 2011 às 11:42

    Mais novidades virão Rui; tb me parece.

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  8. Paulo G. Trilho Prudencio15 de julho de 2011 às 11:43

    A APR foi o elo mais fraco.

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  9. Há uma grande tentação para o back to basics, embora com outra abertura para a chamada escola total. A requisição de Sísifo é cíclica,

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  10. Viva Francisco.

    Não era muito difícil, desculpa lá.

    Estamos em Julho e as pessoas imaginam as consequências as consequências dos seus actos.

    Abraço.

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  11. Tens razão, não era difícil, como também não é difícil imaginar um regresso ao século XVIII e ao utilitarismo do ler, escrever e contar.
    Ainda hoje, na minha escola, uma das indefectíveis do Crato dizia que a divisão dos 3 blocos entre o Inglês e a História devia ser 2 para o Inglês e um para a História. Evidentemente que o que é útil é "saber línguas", que essa coisa da história deve ser uma perda de tempo.
    Com jeitinho a malta chega lá, que o pessoal para a fábrica não precisa de ter mais instrução que a necessária para ler os manuais do ferramental

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  12. Viva Francisco.

    Sinceramente: não quero acreditar nisso. Uma coisa serão os tais indefectíveis, outra deverá ser a realidade.

    É um terreno de muitas areias movediças.

    Abraço.

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  13. Acho insultuoso que consideres que em Português o que se faz é só ler e escrever e, em Matemática, contar. É muito mais do que isso!
    De resto, se os cidadãos soubessem ler, escrever e contar numa perspectiva ampla, isso não seria coisa pouca. A verdade é que são muitos os que não sabem.
    Há muitos que papagueiam doutrinas que ouvem e repetem sem se questionarem sobre significado, sentido e verdade.
    Ler e escrever implica pensar e referir-se ao mundo cujo conhecimento é dado na história, na geografia e na ciência.

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