quarta-feira, 31 de agosto de 2011

pele

 


 


 


No auge da defesa do poder democrático da escola, algures em 2009, os professores nem sempre foram compreendidos; até pelos seus pares. Por vezes, é preciso sentir-se na pele os efeitos do que estava em causa para se compreender a justeza das posições mais difíceis e arriscadas.

3 comentários:

  1. Ainda hoje me lembro de há uns anos tudo andar angustiado com os defuntos titulares, com a escola a tempo inteiro, com os agrupamentos...... e tu dizias: "o pior vai ser o modelo de gestão." De democrático não tem nada. Mas há democratas que se dizem até socialistas (agora são amantes do PSD), que agem segundo o quero, posso e mando, manobram os desconhecedores das realidades para no top pensarem que estão e adoram este modelo. Sim, este mesmo que permite tudo aquilo em que eu não acreditaria, no tempo em que a Escola era dos professores, dos alunos e dos funcionários. Hoje todos mandam na escola e decidem os seus destinos, menos os professores, os alunos e os funcionários.
    Todos são necessários, sim senhor, todos fazem falta, mas talvez cada um no seu galho.

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  2. Fausto Viegas (Norte)31 de agosto de 2011 às 20:24

    Essa é que é essa, carago.

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