A história comparada dos sistemas escolares europeus mostra-nos que a instabilidade organizacional é uma das explicações para apresentarmos números graves no abandono escolar e no desperdício financeiro. A parte maior da explicação está na sociedade e na educação das famílias.
Temos doze anos, ou catorze se se considerar o denominado pré-escolar, de escolaridade não superior. Fiquemos pelos catorze. Ajeitámo-nos numa táctica de 2+4+2+3+3. Investiram-se quantias avultadas em centros escolares para elevarem a qualidade dos primeiros 2+4 e derreteram-se recursos financeiros em auxílio dos últimos 3 com ligeiro benefício para os 3 anteriores.
Nada nos comove. Quem chegou já está no frenesim da alteração e com a febre de deixar marca. A discussão começou: 2+6+6 ou 2+4+4+4. Qualquer das tácticas implica transferências de turmas e de ciclos de escolaridade para outras escolas, fazendo-se alguma tábua rasa dos investimentos; dos mais e dos menos recentes. Até quando? Até que outros iluminados se impacientem.
Peçam a opinião ao Albino Almeida! Ele decide sempre bem e maior iluminado não há!
ResponderEliminarEm breve virá opinar sobre se deve ser 2+6+6 ou 2+4+4+4. Com sorte ainda vem com o 1+5+4+2+2.
E aposto que primeiro aparece na RTP.
Não temos salbação, carago?
ResponderEliminarTenho um amigo que a esse tipo de perguntas responde sempre: coiso. Estás optimista? Para mim coiso. Vai haver uma guerra? Para mim coiso.
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